domingo, 22 de fevereiro de 2026

Bloco Gigante da Colina desfilou em Rio das Ostras; veja vídeo

 News Almirante @NewsAlmirantee

Rio das Ostras virou barreira do Vasco no carnaval. 💢

🎥: @BrunoNa83270983



Fonte: X News Almirante

Alejo Muniz anuncia aposentadoria ao fim da temporada 2026 do CT, encerrando uma carreira marcada por resiliência e legado na WSL

  • Nascido na Argentina e criado no Brasil, Muniz superou lesões graves e se despede do surf profissional como símbolo de disciplina e perseverança

  • Mais informações em WorldSurfLeague.com 

     
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Imagem: Alejo Muniz © WSL / Thiago Diniz

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São Paulo, Brasil (segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026) – Alejo Muniz (BRA) encerrará sua carreira competitiva no surf mundial ao final da temporada 2026, quando disputará seu último evento do CT, programado para o Lexus Pipe Masters, no Havaí. Argentino de nascimento e brasileiro de coração, o surfista construiu uma trajetória marcada não apenas por resultados, mas por uma das histórias de retorno mais emblemáticas da WSL.

Muniz se classificou para o CT em 2011 e causou impacto imediato ao terminar sua temporada de estreia como 10º do mundo, um feito de destaque que o apresentou como um forte concorrente entre a elite global. Ele conquistou respeito por seu surf potente e completo, com heat wins memoráveis contra lendas como o 11 vezes campeão mundial Kelly Slater (USA) em Pipeline.

Além do CT, Muniz construiu um legado sólido no QS, com grandes vitórias em eventos prestigiados como o Vans US Open of Surfing, Ballito Pro e Hang Loose Pro. Em 2022, venceu o evento em casa, em Mar del Plata, na Argentina, além do Circuito Banco do Brasil de Surfe, em Ubatuba (SP), no mesmo ano.

Presença constante entre a elite entre 2011 e 2016, Alejo viveu depois a mais longa ausência já registrada por um atleta do CT: oito anos fora do Tour. O período foi marcado por lesões graves, incluindo cirurgias em ambos os joelhos, além de campanhas frustrantes no QS e no CS, sempre ficando muito perto da tão aguardada reclassificação.

“Voltar ao CT depois de oito anos foi um verdadeiro sonho. Foi muito mais emocionante do que a primeira vez. Estar mais velho agora, depois de duas cirurgias e de bater tantas vezes na porta sem conseguir entrar, exigiu muito mais do meu corpo e da minha mente. Eu precisava provar para mim mesmo que ainda era capaz”, relembra Muniz.

O retorno foi finalmente garantido ao fim de 2024, via CS, com a confirmação da vaga para a temporada 2025. No CT, porém, os resultados foram irregulares. Seus melhores desempenhos foram um nono lugar no Surf City El Salvador Pro e um terceiro lugar (empate) no Bonsoy Gold Coast Pro, na Austrália. Entre altos e baixos, ele chegou ao último evento antes do Mid-season Cut, em Margaret River, precisando, no mínimo, alcançar as Quarterfinals para permanecer entre a elite.

Eliminado na segunda fase, Alejo passou a depender de uma combinação improvável de resultados, e tudo acabou acontecendo. Todos os surfistas que poderiam ultrapassá-lo foram sendo eliminados ao longo do evento, restando apenas Imaikalani deVault (HAW), que precisaria vencer a etapa. A eliminação de DeVault nas Quarterfinals garantiu matematicamente a permanência de Alejo no CT.

Muniz encerrou o ano com 14.725 pontos, apenas 275 pontos à frente de Matthew McGillivray (RSA), o primeiro surfista fora da zona de classificação, uma margem mínima que simboliza o quão apertada foi a conquista de sua vaga.

Integrante da primeira geração da Brazilian Storm, Muniz se orgulha do papel que desempenhou em um dos períodos mais vitoriosos do surf brasileiro. Para ele, seu principal legado vai além de troféus.

“Tenho muito orgulho de ter feito parte da Brazilian Storm. Minha marca não foi baseada apenas em resultados ou performance, mas em disciplina, comprometimento e profissionalismo. Esse é o exemplo que eu gostaria de deixar, inclusive para o meu filho: nunca desistir, ser profissional e manter a disciplina”, afirmou Muniz.

As lesões, apesar de duras, também ajudaram a moldar sua jornada. “Claro que ninguém quer se machucar, mas hoje vejo que elas acabam trazendo beleza para a minha carreira. Me fizeram crescer, me tornaram mais forte e mostraram o quanto eu amo surfar. Quando você fica sem, é que aprende a valorizar”, refletiu.

Com uma vida inteira conectada ao esporte — seu pai comanda uma escola de surf há três décadas —, Alejo resume sua relação com o oceano de forma direta. “O surf é tudo para mim. Me deu sustento, amizades, oportunidades, me levou a lugares que eu nunca imaginei e me deu a família que tenho hoje. Eu devo tudo ao surf”, destacou.

Olhando para frente, o plano é claro: viver intensamente o último ano no Tour. “Quero aproveitar meu último ano no CT da melhor forma possível, ser o mais profissional que eu puder. Depois da carreira, quero viajar em surf trips, ir a lugares onde nunca consegui competir e, talvez, passar tudo o que aprendi para a próxima geração. Eu sei o quanto é importante ter alguém ao lado do atleta”, projetou.

Ao se despedir do CT em 2026, Alejo Muniz deixa o Tour como símbolo de persistência, profissionalismo e amor dedicado ao surf — valores que ajudaram a construir não apenas a sua própria história, mas também um capítulo importante do surf brasileiro no cenário mundial.

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Magrão fala sobre temporada do Sport em 2026 e destaca chegada do treinador Roger: "Conhece o clube"

 Betnacional

O embaixador da Betnacional e recordista em jogos pelo Sport Recife falou com exclusividade à casa de apostas sobre os desafios do clube pernambucano na temporada

Ídolo do Sport Recife e jogador que mais atuou no clube pernambucano, o ex-goleiro Magrão analisa o momento do Leão para a temporada de 2026. Em entrevista à Betnacional, a Bet dos Brasileiros, o ex-jogador destacou a importância de uma organização interna do clube para a volta à Série A do Campeonato Brasileiro, elogiou a contratação de Roger Silva para comandar a equipe em 2026 e falou dos desafios de disputar a Série B do Campeonato Brasileiro.

Para Magrão, antes de pensar em um possível retorno à elite nacional, o Sport precisa estruturar bem o trabalho dentro e fora de campo. “Antes de qualquer coisa, o Sport tem que arrumar a casa. Não dá pra pensar em Série A sem organização, e a Série B não perdoa se não fizer um trabalho de qualidade para disputar o torneio. É um campeonato longo, chato de jogar, cheio de viagens, com pressão toda rodada”, avaliou o ídolo para a Betnacional.

Segundo o goleiro, o objetivo passa por montar um elenco equilibrado, com juventude e experiência, para buscar o acesso para 2027. “O objetivo do Sport precisa ser montar um time competitivo de verdade, com jogadores jovens querendo crescer, vislumbrando uma Série A no ano que vem, mas também com cara cascudo, que já passou por um campeonato assim. Quando todo mundo entende o que o clube quer e como disputar a segunda divisão nacional e compra a ideia, aí sim dá pra sonhar com coisa grande”, avaliou.

Ex-companheiro de Sport comanda a equipe em 2026

Um dos pontos mais comentados por Magrão foi a chegada de Roger Silva ao comando técnico. Companheiro de vestiário do ex-atacante que treinará o Leão nesta temporada, ele acredita que, pelo fato do companheiro ter uma identificação com o Sport, isso pode ser um diferencial para a equipe.

“Gostei muito da contratação do Roger para técnico do Sport neste ano, de verdade. O Roger conhece o Sport, conhece a torcida, sabe o que é jogar lá com a Ilha lotada e a galera cobrando firmemente o time. Isso não se aprende em curso, se vive no dia a dia, e ele viveu muito isso lá no passado”, disse o ex-goleiro do Sport no bate-papo com a Betnacional.

Magrão relembrou como era Roger no dia a dia dos treinos e jogos. “Quando a gente jogava junto, já dava pra ver que ele tinha esse perfil de comandante e boa articulação com o elenco. Era um cara que pensava o jogo, que falava bastante, que observava tudo. Então, não me surpreende nada ver ele virando treinador agora e já colhendo bons frutos, subindo o Londrina e o Athletic nas temporadas passadas. Ele pode ajudar muito o clube neste ano e confio num bom trabalho dele.”

Outro fator que pesa a favor do treinador na visão de Magrão é a experiência recente em acessos nacionais. “Ajuda demais já possuir esse currículo numa carreira tão recente. Quem já subiu de divisão sabe como é esse caminho, cheio de altos e baixos, com desafios em todos os momentos da temporada.”

Elenco atual e o ano de 2026

Pensando em 2026 como um ano estratégico, o ex-goleiro foi direto ao que pode ajudar o Sport a crescer e sair vitorioso no estadual e na Série B. 

“Ganhando jogo. Não tem mistério. A vitória muda tudo: dá paz, confiança, tempo pra trabalhar. Com o resultado na mão, o clube consegue organizar bastidores, planejar melhor, pensar no futuro. Sem isso, vira apagador de incêndio. Se alinhar campo e gestão, o Sport tem tamanho pra brigar para conquistar o título. A torcida com certeza vai ajudar eles nessa disputa em 2026”, declarou à Betnacional.

Ao falar do elenco do Sport, Magrão evitou destacar nomes individuais e reforçou a importância do coletivo. “Não gosto muito de apontar um nome só. Futebol não é assim. Quando o time encaixa, quando o grupo fecha, começam a aparecer vários destaques. O Sport sempre foi forte quando jogou como time, e é isso que faz diferença numa Série B.”

Momento do futebol nordestino

Por fim, Magrão falou sobre o cenário do futebol nordestino. Em 2026, apenas dois representantes da região disputarão a Série A do Brasileirão, em comparação com os cinco que disputaram o torneio no ano passado. Além do Sport, Ceará e Fortaleza também caíram para a Série B, e nenhuma equipe nordestina fez o caminho inverso em direção à elite do futebol nacional. 

“Hoje, sendo bem sincero, o cenário não é bom. O Nordeste tem camisa, tem torcida, tem paixão, mas ainda falta muito profissionalismo em alguns clubes. Precisa parar de improvisar e começar a gerir de verdade. Se isso mudar, não tenho dúvida nenhuma de que mais times do Nordeste voltam pra Série A. Potencial não falta; falta projeto”, finaliza o recordista em partidas pelo Sport, na entrevista à Betnacional.

Sobre a Betnacional

A Betnacional, plataforma de apostas esportivas que integra a Flutter Brazil, está autorizada a operar no país com apostas de quota fixa desde janeiro de 2025, conforme a portaria SPA/MF nº 2.092/24. Reforçando o posicionamento de ser “a bet dos brasileiros”, a marca tem investido fortemente na valorização da cultura nacional. Patrocina alguns dos maiores eventos e programas do país, como Rio Open. A Betnacional também conta com embaixadores de peso, como o craque Vini Jr., o cantor Nattan e o icônico jornalista Galvão Bueno, referência na narração esportiva brasileira. A presença da bet dos brasileiros é marcante nos esportes, com forte visibilidade em estádios e inserções publicitárias em diversos campeonatos por meio da BRAX. Além disso, é patrocinadora oficial do Futebol 2026 na Rede Globo, patrocinadora master do Sport Club do Recife e do Cruzeiro Esporte Clube e estará junto à CazéTV na transmissão da Copa do Mundo FIFA 2026. A Betnacional incentiva o crescimento sustentável do setor de apostas no Brasil e reforça seu comprometimento com o jogo responsável por meio de parceria sólida com o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR).


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