quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Retorno do Brasileirão gera 'surto' de lesões e liga alerta nos clubes


Fisioterapeuta esportivo projeta tempo de recuperação dos atletas e detalha os protocolos para o retorno seguro aos gramados

                                                   

               

Créditos: Reprodução


O Brasileirão mal retornou e já acumula uma lista de desfalques por lesão. Para entender a gravidade do quadro de cada um dos atletas lesionados, o fisioterapeuta esportivo Anderson Dorneles, especialista pela Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva e da Atividade Física (Sonafe Brasil), analisa cada caso, detalha o processo de reabilitação e projeta os prazos para o seu retorno aos gramados. 


Principal vítima da rodada, o atacante cruzeirense Gabriel Pec se contundiu gravemente no vitória da Raposa na última quarta-feira entre Internacional e Cruzeiro, no estádio Beira-Rio. Após entrada forte do zagueiro Victor Gabriel, no início da segunda etapa, o colorado acabou expulso e o cruzeirense gravemente lesionado. Após os exames realizados pelo clube celeste foi detectada uma fratura na tíbia da perna esquerda do atleta, que terá que passar por um tratamento cirúrgico nos próximos dias.


Apesar de não ter acesso aos exames de imagem de cada um dos casos, o especialista em fisioterapia esportiva pela Sonafe Brasil, Anderson Dorneles, projeta o tempo de recuperação dos jogadores. Em relação a Pec, que fez sua estreia pelo clube durante a partida, o tempo de recuperação estimado pelo fisioterapeuta pode variar de 4 a 6 meses.


“Nas primeiras semanas, o foco é controlar dor e edema, preservar a mobilidade das articulações, minimizar a perda de força muscular e prevenir complicações decorrentes da imobilização. À medida que a consolidação óssea evolui e a equipe médica libera a progressão de carga, a reabilitação passa a priorizar a recuperação da força, da amplitude de movimento, do equilíbrio, da coordenação e do controle neuromuscular. Na fase final, o trabalho torna-se altamente específico para o futebol, com progressão para corrida, acelerações, desacelerações, mudanças de direção, saltos e gestos técnicos da modalidade. Antes do retorno aos treinamentos e às competições, o atleta deve apresentar evidências clínicas, funcionais e de desempenho que demonstrem capacidade de suportar as exigências do jogo com segurança”, explica Dorneles.


No Tricolor, o zagueiro Rafael Tolói teve constatada uma lesão na região posterior da coxa direita na derrota do São Paulo por 2 a 1 para o Athletico-PR, na última quarta-feira, em Bragança Paulista, pelo Campeonato Brasileiro. De acordo com o profissional, quando estamos diante de um estiramento muscular de menor gravidade, o retorno ao esporte costuma ocorrer entre duas e quatro semanas. Nos casos em que existe uma lesão estrutural mais extensa, esse período pode variar entre seis e oito semanas, podendo ser ainda maior conforme a evolução clínica e as características individuais do atleta.

O fisioterapeuta Anderson Dorneles também projeta como deve ocorrer o tratamento do defensor são-paulino, que não é mais nenhum garoto e tem convivido nos últimos anos com um quadro frequente de lesões.


“A fisioterapia deve ser iniciada precocemente e evoluir de forma criteriosa, respeitando as diferentes fases da cicatrização muscular. Nas primeiras etapas, o objetivo também deve ser controlar a dor e o edema, preservar a mobilidade, minimizar a perda de força e manter o condicionamento físico sem sobrecarregar o tecido lesionado. Com a evolução da cicatrização, inicia-se uma progressão estruturada do fortalecimento muscular, incluindo exercícios isométricos, isotônicos e excêntricos, seguidos por trabalhos de potência, velocidade e controle neuromuscular. Nas lesões da musculatura posterior da coxa, o fortalecimento excêntrico possui papel importante por contribuir para a recuperação da capacidade do músculo de suportar as elevadas demandas impostas pelo futebol. Na fase final da reabilitação, o tratamento passa a reproduzir progressivamente as exigências da modalidade, com corrida em diferentes intensidades, acelerações, desacelerações, mudanças de direção, sprints e gestos específicos do jogo”, observa.


Além deles, a dupla de zaga do Fluminense formada pelo colombiano Julián Millán e por Jemmes na partida frente o Red Bull Bragantino, no dia 17 de julho, também virou baixa. Ambos por contusão na coxa, no entanto, em diferentes locais e intensidades. Enquanto o estrangeiro teve detectada uma lesão de grau 3 no músculo posterior da coxa direita, o brasileiro sofreu uma lesão de grau 1 no adutor da coxa direita. Segundo Dorneles, estima-se que o retorno de uma lesão de grau 1 seja de uma a três semanas, enquanto em uma de grau 3 deve ocorrer entre dois e quatro meses.


O fisioterapeuta detalha o passo a passo de como o clube deve seguir no tratamento da dupla de zaga tricolor.


“Independentemente do grau da lesão, a fisioterapia é um dos pilares da recuperação. Nas fases iniciais, o objetivo é o mesmo: controlar a dor, reduzir o edema, proteger o tecido lesionado, preservar a mobilidade e minimizar a perda de força muscular. À medida que a cicatrização evolui, inicia-se uma progressão criteriosa do fortalecimento, respeitando a capacidade biológica de reparo do músculo. Essa evolução inclui exercícios isométricos, isotônicos, excêntricos e, posteriormente, trabalhos de potência, velocidade e controle neuromuscular. Na sequência, a reabilitação passa a reproduzir as exigências específicas do futebol, com progressão para corrida, acelerações, desacelerações, mudanças de direção, saltos e gestos técnicos da modalidade. Atualmente, o retorno ao jogo não é definido apenas pelo tempo transcorrido desde a lesão, mas principalmente pelo cumprimento de critérios clínicos e funcionais objetivos, como recuperação da força muscular, desempenho em testes específicos, tolerância às cargas de treinamento e ausência de sintomas durante atividades de alta intensidade. Essa abordagem baseada em critérios oferece maior segurança ao atleta e reduz significativamente o risco de recorrência, que continua sendo um dos principais desafios das lesões musculares no futebol profissional”, afirma o especialista.


Com a ausência da dupla, quem deve acelerar o processo de retorno é o zagueiro Thiago Silva, que estava em processo de recondicionamento físico e agora, diante da falta de opções para o setor, deve reestrear pelo Tricolor das Laranjeiras.

Dorneles ainda tratou de desmistificar o fato das lesões no retorno do campeonato estarem ligadas à pausa da Copa do Mundo. Segundo ele, “seria uma conclusão simplificada para um problema que é reconhecidamente multifatorial e complexo. O cenário é muito mais complicado e provavelmente resulta da interação entre diversos fatores. A gestão adequada da carga de treinamento, o recondicionamento físico individualizado, o controle da exposição competitiva e o monitoramento contínuo dos atletas são, hoje, as principais ferramentas para reduzir o risco de lesões musculares no futebol de alto rendimento”, esclarece.

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Brasil fica atrás de República Tcheca e Grécia nos gastos do mercado da bola

Com o futebol mundial movimentando R$ 26 bilhões, clubes brasileiros mantêm postura discreta e investem menos que ligas europeias periféricas


Apesar da janela brasileira de transferências ter acabado de abrir, poucos foram os movimentos das equipes da Série A do Campeonato Brasileiro até agora. Fato esse, que coloca a liga nacional fora das dez competições que mais investiram, ocupando a 13ª colocação, e ficando atrás, inclusive, de torneios mais modestos da Europa como da República Tcheca e da Grécia.


De acordo com levantamento do Transfermarkt, as cinco ligas que mais movimentaram o mercado da bola são a Premier League, com mais de 1,39 bilhão de euros (cerca de R$ 8 bilhões) gastos, seguido pela Serie A (Itália) com 585,9 milhões de euros, Bundesliga com 434,7 milhões de euros, La Liga, com 434,7 milhões de euros e Ligue 1 com 307 milhões de euros. Valores bem distintos do Campeonato Brasileiro, onde até o momento, os gastos dos 20 times somados chegam aos 54,3 milhões de euros (cerca de R$ 316 milhões).


“Historicamente, a janela do meio de ano no futebol brasileiro apresenta uma dinâmica diferente do início da temporada. O que observamos até agora, no entanto, é um comportamento ainda mais cauteloso dos clubes. As movimentações têm se concentrado em ajustes pontuais e reposições específicas, em vez de grandes reestruturações de elenco, um reflexo direto do momento financeiro e da busca por responsabilidade orçamentária no país. Ainda assim, nossa leitura de mercado indica que a atividade esquentará até o fechamento da janela em setembro”, analisa Claudio Fiorito, CEO da "P&P Sport Management", empresa responsável pela gestão da carreira de mais de 150 jogadores ao redor do mundo. 


Vale lembrar que até agora, o atacante Gabriel Pec, novo reforço do Cruzeiro para a temporada, é o jogador mais caro da janela. A Raposa investiu 10,5 milhões de euros (aproximadamente R$61,2 milhões) no atleta. Apesar disso, Palmeiras e Flamengo, equipes com uma situação financeira mais estabilizada e capazes de fazerem investimentos mais elevados que os demais rivais, estão atentos ao mercado. Enquanto o Alviverde, mesmo oferecendo mais de 28 milhões de euros não conseguiu contratar o volante Danilo, do Botafogo, e ainda está de olho na janela, a equipe carioca sonha com a contratação do meia argentino Thiago Almada, do Atlético de Madrid e pode chegar aos 30 milhões de euros para concretizar o negócio.


No ano passado, a janela do meio do ano quebrou recordes ao movimentar um total de R$ 57,9 bilhões globalmente. Em 2026, com o mercado nacional ainda em ritmo desacelerado, os clubes brasileiros têm até o dia 11 de setembro para concretizar suas negociações e reverter o cenário atual.


Galvão Bueno encerra ciclo de narrações em Copas do Mundo com legado reconhecido pelo Guinness World Records™

 Betnacional

Após 14 edições do torneio, Galvão encerra seu ciclo como narrador de partidas no principal palco do futebol mundial; recorde homologado pelo Guinness foi viabilizado por levantamento inédito conduzido pela Betnacional


Quando a partida entre Espanha e Argentina terminou no MetLife Stadium, em Nova York, se encerrou também uma das trajetórias mais emblemáticas da televisão brasileira. Após mais de cinco décadas e 14 edições do torneio acompanhando a Seleção Brasileira e as principais histórias do futebol, Galvão Bueno narrou sua última partida em torneios de seleções do mundo. O locutor esteve nos holofotes durante esta edição, já que recebeu um reconhecimento do tamanho de sua importância para o público brasileiro, ao tornar-se oficialmente o detentor do recorde mundial pelo Guinness World Records de maior número de partidas narradas ao vivo em televisão por um mesmo profissional do gênero masculino em Copas do Mundo.

A honraria foi possível graças a um levantamento conduzido pela Betnacional, marca da qual Galvão Bueno é embaixador, que reuniu documentos, registros históricos e dados oficiais para comprovar sua atuação como narrador em 148 partidas entre as edições de 1974 e 2026. 

"Foram mais de cinco décadas acompanhando a Seleção Brasileira e vivendo de perto alguns dos momentos mais marcantes da história do futebol. É impossível chegar à última narração no maior evento esportivo do mundo sem olhar para trás e lembrar de tudo o que vivi ao longo dessa trajetória. Tive o privilégio de acompanhar diferentes gerações e histórias que marcaram não só a minha vida, mas também a de milhões de brasileiros. Encerrar esse capítulo é emocionante. E receber, justamente durante esta edição do torneio, o reconhecimento do Guinness World Records, deu um significado ainda mais especial a essa despedida nas narrações. A Betnacional teve a sensibilidade de pesquisar toda a minha trajetória, desde o meu começo na TV Gazeta, passando pela Band, Globo e agora pelo SBT/NSports. Foi um trabalho de altíssima qualidade, que reuniu toda essa história e transformou décadas de dedicação ao futebol em um legado oficial. Domingo completei 154 partidas narradas em Copas do Mundo, sendo 148 delas consideradas para a homologação do recorde, e encerro meu ciclo como narrador de partidas em Copas do Mundo com a certeza de que vivi muito mais do que eu poderia imaginar", agradeceu Galvão

.


A homenagem aconteceu em Miami, reunindo convidados, jornalistas e parceiros para celebrar uma carreira que atravessou gerações de brasileiros. O reconhecimento consolida Galvão Bueno como uma das maiores vozes da história do esporte mundial e reforça o compromisso da Betnacional em promover iniciativas que valorizam personagens que marcaram o futebol brasileiro.

Além da homenagem, Galvão acompanhou de perto mais uma campanha da Seleção Brasileira, analisando o desempenho da equipe e os principais destaques do torneio.

“A eliminação do Brasil doeu, principalmente porque tivemos chances para decidir a partida e não conseguimos transformar as oportunidades em gols. Os detalhes fazem toda a diferença. Na partida contra a Noruega, estes detalhes foram contra a Seleção; eles foram eficientes, aproveitaram as suas chances e o Brasil acabou pagando caro pelos erros cometidos. É muito difícil ver o Brasil deixar o torneio tão cedo. A expectativa era de uma campanha mais longa, mas o futebol não perdoa quando você não aproveita as oportunidades. Fica a frustração pela eliminação, mas também a certeza de que a Seleção precisa olhar para esse resultado e o ciclo todo que aconteceu de 2023 até 2026, entender o que aconteceu e começar a trabalhar para voltar mais forte em 2030”, avaliou.

Galvão ainda comentou sobre como foi narrar o último jogo da Seleção Brasileira. “Para mim, essa eliminação tem um significado ainda mais forte. Foram muitos anos acompanhando a Seleção no maior palco do futebol mundial, vivendo vitórias inesquecíveis e também derrotas doloridas, como em 1982 no estádio Sarriá e em 2014 contra a Alemanha no Mineirão. Encerrar essa trajetória em um momento como esse, com o Brasil eliminado, é difícil. O coração sai doendo, mas a paixão pelo futebol e pela Seleção continua sendo a mesma.”

Para Galvão, a edição de 2026 também confirmou o equilíbrio cada vez maior entre as principais potências do futebol mundial.

“Foi uma competição extremamente acirrada. Gostei muito dessa novidade das 48 seleções, porque acho que democratizou o torneio e permitiu que muitas histórias de seleções que antes tinham poucas chances de disputar fossem contadas. Cabo Verde é um grande exemplo disso: fez um torneio muito bonito e foi uma das equipes que mais conseguiram jogar de igual para igual com a Argentina.”

Comentando sobre os destaques do torneio, Galvão fez um apanhado geral dos quatro primeiros colocados: “Os quatro semifinalistas chegaram por mérito. Para mim, a eliminação da Inglaterra foi uma grande zebra. Eles tinham tudo para chegar à final e buscar o bicampeonato, mas tiveram uma noite infeliz contra a Argentina e não conseguiram avançar. Recuperaram os méritos no jogaço que fizeram contra a França, na disputa pelo terceiro lugar. O 6 a 4 contra os franceses já está marcado como uma das partidas mais emocionantes da história das Copas. E Mbappé foi um dos grandes destaques deste Mundial. Marcou dez gols, sendo dois na decisão do terceiro lugar, e se isolou como o maior artilheiro da história das Copas. Com certeza, ainda vai aumentar muito essa marca nos próximos Mundiais.” 

Falando sobre a final de 2026, sua última partida narrada em uma Copa do Mundo, Galvão destaca como foi este momento emocionante após 14 mundiais como locutor. “Foi uma final daquelas que ficam marcadas na história. Espanha e Argentina fizeram um jogo muito equilibrado, tenso, decidido nos detalhes. E aí, na prorrogação, quando parecia que qualquer erro poderia ser fatal, veio o gol espanhol. A Argentina lutou e catimbou até o fim, mas a Espanha teve a capacidade de encontrar esse último golpe e conquistar o título mundial. É uma grande campeã. A Espanha trabalhou muito bem a formação de seus jogadores nos últimos anos e conseguiu voltar ao topo, 16 anos depois do título de 2010”, destacou Galvão à Betnacional sobre o bicampeonato da Espanha.

Recordista mundial de partidas narradas em Copas do Mundo, Galvão comenta sobre o momento especial de fazer sua última partida como locutor. “Para mim, foi uma decisão ainda mais especial porque marcou o encerramento do meu ciclo como narrador de partidas em Copas do Mundo. Depois de tantos Mundiais, tantas histórias, tantos jogos e tantos momentos inesquecíveis vividos ao lado do torcedor brasileiro, encerrar esse ciclo de narrações em uma final como essa é algo que vou guardar para sempre. O futebol me deu muito, e poder me despedir de uma Copa do Mundo dessa maneira, narrando uma decisão histórica, é um privilégio e uma emoção que não consigo traduzir completamente em palavras”, destacou Galvão, embaixador da Betnacional.



Mais do que o encerramento de um ciclo como narrador de partidas, a edição de 2026 ficará registrada como mais um capítulo histórico na trajetória de Galvão Bueno nas Copas do Mundo.

No total, Galvão Bueno fez 58 partidas da Seleção Brasileira em Copas do Mundo, acompanhando 104 gols da equipe canarinho. Entre eles, estão momentos históricos como os gols de Ronaldo Fenômeno na final de 2002 e a emocionante disputa de pênaltis contra a Itália, em 1994. Ao longo de décadas, Galvão se tornou a voz de alguns dos momentos mais marcantes da história da Seleção e do futebol mundial. 


Sobre a Betnacional


A Betnacional é uma plataforma de apostas esportivas e faz parte da Flutter Brazil, autorizada a operar no país com apostas de quota fixa desde janeiro de 2025, conforme a Portaria SPA/MF nº 2.092/24. Reforçando seu posicionamento como “a bet dos brasileiros”, a marca tem investido de forma consistente na valorização da cultura e do esporte nacional. A companhia é associada à Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) e ao Interactive Advertising Bureau (IAB), reforçando seu compromisso com as melhores práticas e com o desenvolvimento sustentável do setor. A Betnacional patrocina alguns dos principais eventos e propriedades do país, como o Rio Open, e conta com embaixadores de destaque, como Vini Jr., Nattan e Galvão Bueno. Sua presença no esporte é ampla, com forte visibilidade em estádios e competições nacionais por meio da BRAX. No futebol, a Betnacional é patrocinadora oficial do Futebol 2026 na Rede Globo, além de Sport Club do Recife, Cruzeiro Esporte Clube e Athletic Club. A marca também será parceira da CazéTV nas transmissões do torneio mundial de 2026. A Betnacional apoia o crescimento sustentável do setor de apostas no Brasil e reforça seu compromisso com o jogo responsável por meio da parceria com o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR).


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