sábado, 7 de novembro de 2026

Circuito Banco do Brasil de Surfe define última etapa da temporada 2026 no Guarujá com premiação inédita

 Circuito Banco do Brasil de Surfe define última etapa da temporada 2026 no Guarujá com premiação inédita


Praia do Tombo recebe competição do Circuito BB pela primeira vez, entre os dias 13 e 15 de novembro; campeões do circuito ganharão semana de treinamento com Leandro Dora



Na imagem: Luan Wood. Créditos: Márcio David/WSL

 

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GUARUJÁ, São Paulo, Brasil (07 de novembro de 2026) - O Circuito Banco do Brasil de Surfe terá sua última etapa da temporada 2026, um QS 2,000, na Praia do Tombo, em Guarujá (SP), entre os dias 13 e 15 de novembro. A cidade recebe pela primeira vez uma competição do circuito e volta a receber um evento do Qualifying Series da WSL após 17 anos. A última foi realizada na Praia do Tombo, em 2009.


Além da disputa pelo título da etapa, os atletas terão um incentivo a mais na briga pelo campeonato geral. Os campeões das categorias masculina e feminina do Circuito Banco do Brasil em 2026 ganharão uma semana de treinamento acompanhada de uma programação exclusiva de análise e treinamento com Leandro Dora, um dos principais nomes do desenvolvimento técnico de surfistas no Brasil.


A chegada a Guarujá também valoriza a tradição da cidade na formação de atletas de alto rendimento. O município revelou nomes como Adriano de Souza, campeão mundial da WSL em 2015, Caio Ibelli, ex-integrante do Championship Tour (CT) e Deivid Silva, que também passou pela elite mundial e atualmente compete no Challenger Series (CS). Além de Jesse Mendes, ex-atleta do CT, casado com Tatiana Weston-Webb e atualmente comentarista das transmissões internacionais da WSL.


Em cinco anos de história, o Circuito Banco do Brasil de Surfe já realizou 22 etapas, recebeu mais de duas mil inscrições e contou com mais de 715 atletas únicos, de 15 nacionalidades. Os números reforçam o papel da competição como uma das principais plataformas de desenvolvimento e revelação de talentos do surfe profissional na América do Sul, em linha com a estratégia da WSL de fortalecer o caminho de novos atletas rumo à elite mundial.

Um dos exemplos desse impacto é Ryan Kainalo. O surfista de 20 anos participou de 19 das 22 etapas realizadas pelo circuito, utilizando a plataforma como parte de sua trajetória de desenvolvimento até conquistar a classificação para o Championship Tour de 2027. Sua evolução evidencia a importância de competições que oferecem experiência competitiva e oportunidades para atletas em diferentes estágios da carreira.


“O Circuito Banco do Brasil de Surfe tem um papel fundamental na construção do caminho de novos talentos até o cenário internacional. Ao longo de cinco anos, vimos atletas utilizarem essa plataforma para evoluir, ganhar experiência e alcançar coisas grandes, como aconteceu com Ryan. Encerrar a temporada em Guarujá, uma cidade que tem uma história tão importante para o surfe brasileiro, é uma oportunidade de valorizar essa tradição e seguir ampliando as oportunidades para atletas das categorias masculina e feminina”, completa Ivan Martinho, presidente da WSL América Latina.


A disputa pelo título do Circuito Banco do Brasil de Surfe 2026 conta com a Sophia Medina na liderança entre as mulheres com 12.540 pontos, seguida pela Daniella Rosas com 11.800 e Tainá Hinckel com 11.640, as três seguem na luta pelo título. Entre os homens, Luan Wood (12.772) e Jadson André (10.820), ainda sonham com o lugar mais alto do ranking.



Sobre a WSL


A World Surf League (WSL) é a casa do surf competitivo no planeta, coroando campeões mundiais desde 1976, apresentando os melhores surfistas do mundo. A WSL supervisiona o cenário competitivo global do surf e estabelece o padrão para o desempenho de alta performance no ambiente mais dinâmico de todos os esportes. Com um firme compromisso com os seus valores, a WSL prioriza a proteção do oceano, a igualdade de gêneros e a rica herança do esporte, ao mesmo tempo que destaca a progressão e a inovação.


Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com.


sexta-feira, 6 de novembro de 2026

Campanha do Nubank Parque com Fred Bruno repercute na imprensa internacional

 Campanha do Nubank Parque com Fred Bruno repercute na imprensa internacional

Jornal espanhol destaca estratégia de marketing para consolidar o novo nome da arena 

A campanha do Nubank Parque com Fred Bruno ganhou repercussão internacional e foi destaque no jornal espanhol Diario AS, um dos principais veículos esportivos da Europa. A reportagem aborda a estratégia de comunicação desenvolvida para consolidar o novo nome da arena, destacando o uso do humor e a conexão com o público como elementos centrais da iniciativa.

Na campanha, Fred Bruno assume o papel de “fiscal de naming rights”, responsável por incentivar o uso do nome Nubank Parque de maneira descontraída. A escolha do apresentador também está relacionada à sua própria trajetória profissional, marcada por mudanças de nome, estabelecendo um paralelo com o processo de transformação da identidade da arena.

“Os nomes das arenas não são impostos, são conquistados: pertencem a quem frequenta o espaço. Eles criam raízes à medida que as pessoas constroem novas memórias associadas a eles, como um gol decisivo, um show inesquecível, a emoção de ver os filhos torcendo, um ídolo no palco ou os encontros nas arquibancadas e na pista”, afirmou Marcelo Frazão, vice-presidente da WTorre Entretenimento, ao veículo espanhol.

A reportagem também ouviu Juliana Roschel, vice-presidente de Marketing e Growth do Nubank, que destacou a importância de tornar a transição do nome um processo natural e próximo do público.

“Sabemos que uma mudança de nome leva tempo para entrar no vocabulário das pessoas, especialmente em um espaço tão presente na memória e no cotidiano dos brasileiros. Por isso, buscamos uma maneira próxima de apresentar o Nubank Parque e tornar essa transição natural e divertida. Fred Bruno representa muito bem esse espírito, trazendo humor e proximidade para a conversa e compartilhando sua própria experiência com mudanças de nome”, explicou Juliana.

O Diario AS também destacou a transformação visual da arena e iniciativas como o Nubank Ultravioleta Lounge e o Portão Nubank Ultravioleta, que fazem parte da estratégia de ampliar a presença da marca e fortalecer a experiência dos visitantes.


quinta-feira, 5 de novembro de 2026

Cinco estratégias de experiência sonora para aumentar a permanência do cliente no PDV

 



Cinco estratégias de experiência sonora para aumentar a permanência do cliente no PDV


Menos de 15% das decisões de compra são conscientes e a trilha sonora é uma das variáveis que mais pesam nesse processo, aponta Musique 



A trilha sonora certa pode aumentar em até 9% o tempo que o cliente passa na loja  Crédito: Divulgação Musique

Enquanto o varejo físico busca formas de competir com a conveniência do e-commerce, uma variável segue subutilizada por boa parte das marcas: o som do ambiente. Segundo a Musique, startup pernambucana pioneira em arquitetura sonora multicamadas que transforma o áudio em ativo estratégico para o varejo físico, entre 85% e 95% das decisões de compra acontecem fora do consciente e a audição, ao lado da visão, é um dos sentidos que mais influenciam esse processo, moldando emoções e, consequentemente, comportamento de consumo.

Não é teoria: em uma rede de restaurantes atendida pela empresa, o ajuste da trilha sonora ambiente resultou em 9% a mais no tempo médio de permanência do cliente. Já um grupo varejista registrou aumento de 12% no NPS (Net Promoter Score),  após a implementação. Com base em cases como esses, a Musique reuniu cinco estratégias de experiência sonora que os varejistas podem aplicar para reter o cliente por mais tempo na loja e fortalecer a conexão com a marca.

1. Trate a música como extensão da identidade da marca, não como plano de fundo

Antes de escolher uma playlist, é preciso traduzir propósito, valores, posicionamento e público em critérios sonoros concretos, assim como se faz com identidade visual. “Uma trilha genérica não comunica nada sobre quem é a marca; uma trilha desenhada a partir dessas variáveis reforça a percepção da loja a cada visita”, aponta o CEO e cofundador da Musique, André Domingues.

2. Personalize por ambiente, não por rede

Uma mesma marca pode ter unidades com perfis de público, horário de pico e propósito de uso diferentes. Na visão do CEO, segmentar a curadoria sonora por loja — e não aplicar uma trilha única para toda a rede — aumenta a relevância da experiência para quem está fisicamente naquele espaço.

3. Use a música para estender o tempo de decisão do consumidor

Ambientes sonoros pensados estrategicamente têm relação direta com o tempo que o cliente permanece no ponto de venda — e mais tempo na loja tende a significar mais oportunidade de conversão. “É o tipo de resultado mensurável que separa ‘tocar música’ de ‘desenhar experiência sonora’, explica André.

4. Monitore a experiência sonora com dados, não com achismo

O executivo aponta que, assim como qualquer variável de CX, a trilha sonora deve ser acompanhada por indicadores. Dashboards com KPIs de audiência, categorias tocadas e uso por unidade permitem ajustar a estratégia em tempo real, em vez de definir uma curadoria e nunca mais revisitá-la.

5. Combine música ambiente com anúncios locais inteligentes

Ferramentas de anúncio de áudio permitem inserir comunicação institucional ou promocional dentro da própria trilha sonora, de forma contextualizada e sem quebrar a experiência do cliente. Isso, na visão do cofundador, “reforça mensagens de marca no exato momento em que o consumidor está no ambiente de decisão”.

"A gente costuma dizer que a percepção criada pela nossa mente vale mais do que a realidade — e isso é literal quando falamos de ambiente de consumo. Não é a loja que o cliente lembra, é como ela fez ele se sentir. O som é um dos gatilhos mais diretos para essa emoção, porque ele age exatamente onde a decisão de compra acontece: no inconsciente. Quando a marca entende isso e trata a música como estratégia, e não como playlist aleatória, ela deixa o ambiente mais agradável e constrói memória e conexão", afirma André Domingues.

Para a Musique, o próximo passo do varejo físico  é tratar o som com a mesma disciplina de dados e resultado já aplicada a outras áreas do negócio, transformando um elemento antes invisível em vantagem competitiva mensurável.

Sobre a Musique:
Fundada por André Domingues e Renato Alves, a Musique é uma empresa de tecnologia especializada em transformar o áudio em uma ferramenta estratégica para os negócios. Por meio de uma solução proprietária de arquitetura sonora, a companhia ajuda marcas a reduzir custos fixos, criar novas oportunidades de receita e oferecer experiências altamente personalizadas em ambientes físicos. Unindo música estratégica, sonoplastia programada e anúncios em áudio, a Musique desenvolve soluções para diferentes segmentos e atua na convergência entre tecnologia, inteligência artificial, retail media e experiência do cliente. Com mais de 5 mil pontos de venda atendidos na América Latina, a empresa tem como missão ampliar o papel do som nas estratégias corporativas e transformar ambientes físicos em canais de comunicação, relacionamento e geração de valor. Acesse o site da empresa e saiba mais.

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