segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Recoma é a fornecedora oficial de pisos da Confederação Brasileira de Taekwondo


Maior empresa de infraestrutura esportiva da América Latina aposta no desenvolvimento da modalidade que busca a medalha inédita em Los Angeles


Crédito da foto em anexo: Divulgação/Recoma

A Recoma, maior empresa especializada em pisos e infraestrutura esportiva na América Latina, é a nova fornecedora oficial de pisos da Confederação Brasileira de Taekwondo (CBTkd). A parceria reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento da modalidade, que chega como uma das apostas do Brasil na busca por medalhas inéditas nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

Certificados por federações internacionais, os pisos fornecidos pela Recoma são os mesmos da Taishan Sports, referência global em soluções esportivas. A empresa detém contrato de exclusividade para a utilização dos produtos da companhia chinesa, fabricados em espuma de XPE (polietileno reticulado), material reconhecido pela alta resistência, uniformidade e durabilidade, além de textura suavemente antiderrapante, que garante mais segurança e desempenho aos atletas.

“O taekwondo brasileiro está cada vez mais competitivo em nível mundial. Poder contribuir com uma estrutura extremamente qualificada, oferecendo o que há de mais moderno em tecnologia, segurança e performance para os atletas, é motivo de grande orgulho para nós”, afirma Sergio Schildt, presidente da Recoma, empresa que também é fornecedora oficial de pisos de algumas das principais confederações esportivas do país, como a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), a Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), a Confederação Brasileira de Judô (CBJ) e a Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU).

“A CBTkd está em processo de expansão e isso requer mais qualificação e bons parceiros. Essa melhoria em estrutura é o que vai proporcionar resultados e inspirar as novas gerações. Nesse sentido, a aliança com a Recoma é muito estratégica e bem-vinda”, afirmou Rivanaldo Freitas, presidente da CBTkd.

O taekwondo brasileiro se destaca no cenário internacional e evolui a cada torneio. No Mundial de 2025, disputado em Wuxi, na China, o Brasil ficou na terceira posição do quadro de medalhas, com dois ouros: Maria Clara Pacheco, na categoria até 57 kg, e Henrique Marques, na categoria até 80 kg. 

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Bloco Gigante da Colina desfilou em Rio das Ostras; veja vídeo

 News Almirante @NewsAlmirantee

Rio das Ostras virou barreira do Vasco no carnaval. 💢

🎥: @BrunoNa83270983



Fonte: X News Almirante

Alejo Muniz anuncia aposentadoria ao fim da temporada 2026 do CT, encerrando uma carreira marcada por resiliência e legado na WSL

  • Nascido na Argentina e criado no Brasil, Muniz superou lesões graves e se despede do surf profissional como símbolo de disciplina e perseverança

  • Mais informações em WorldSurfLeague.com 

     
    image.jpeg

Imagem: Alejo Muniz © WSL / Thiago Diniz

CLIQUE AQUI PARA MAIS IMAGENS
CLIQUE AQUI PARA CONFERIR O VÍDEO
São Paulo, Brasil (segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026) – Alejo Muniz (BRA) encerrará sua carreira competitiva no surf mundial ao final da temporada 2026, quando disputará seu último evento do CT, programado para o Lexus Pipe Masters, no Havaí. Argentino de nascimento e brasileiro de coração, o surfista construiu uma trajetória marcada não apenas por resultados, mas por uma das histórias de retorno mais emblemáticas da WSL.

Muniz se classificou para o CT em 2011 e causou impacto imediato ao terminar sua temporada de estreia como 10º do mundo, um feito de destaque que o apresentou como um forte concorrente entre a elite global. Ele conquistou respeito por seu surf potente e completo, com heat wins memoráveis contra lendas como o 11 vezes campeão mundial Kelly Slater (USA) em Pipeline.

Além do CT, Muniz construiu um legado sólido no QS, com grandes vitórias em eventos prestigiados como o Vans US Open of Surfing, Ballito Pro e Hang Loose Pro. Em 2022, venceu o evento em casa, em Mar del Plata, na Argentina, além do Circuito Banco do Brasil de Surfe, em Ubatuba (SP), no mesmo ano.

Presença constante entre a elite entre 2011 e 2016, Alejo viveu depois a mais longa ausência já registrada por um atleta do CT: oito anos fora do Tour. O período foi marcado por lesões graves, incluindo cirurgias em ambos os joelhos, além de campanhas frustrantes no QS e no CS, sempre ficando muito perto da tão aguardada reclassificação.

“Voltar ao CT depois de oito anos foi um verdadeiro sonho. Foi muito mais emocionante do que a primeira vez. Estar mais velho agora, depois de duas cirurgias e de bater tantas vezes na porta sem conseguir entrar, exigiu muito mais do meu corpo e da minha mente. Eu precisava provar para mim mesmo que ainda era capaz”, relembra Muniz.

O retorno foi finalmente garantido ao fim de 2024, via CS, com a confirmação da vaga para a temporada 2025. No CT, porém, os resultados foram irregulares. Seus melhores desempenhos foram um nono lugar no Surf City El Salvador Pro e um terceiro lugar (empate) no Bonsoy Gold Coast Pro, na Austrália. Entre altos e baixos, ele chegou ao último evento antes do Mid-season Cut, em Margaret River, precisando, no mínimo, alcançar as Quarterfinals para permanecer entre a elite.

Eliminado na segunda fase, Alejo passou a depender de uma combinação improvável de resultados, e tudo acabou acontecendo. Todos os surfistas que poderiam ultrapassá-lo foram sendo eliminados ao longo do evento, restando apenas Imaikalani deVault (HAW), que precisaria vencer a etapa. A eliminação de DeVault nas Quarterfinals garantiu matematicamente a permanência de Alejo no CT.

Muniz encerrou o ano com 14.725 pontos, apenas 275 pontos à frente de Matthew McGillivray (RSA), o primeiro surfista fora da zona de classificação, uma margem mínima que simboliza o quão apertada foi a conquista de sua vaga.

Integrante da primeira geração da Brazilian Storm, Muniz se orgulha do papel que desempenhou em um dos períodos mais vitoriosos do surf brasileiro. Para ele, seu principal legado vai além de troféus.

“Tenho muito orgulho de ter feito parte da Brazilian Storm. Minha marca não foi baseada apenas em resultados ou performance, mas em disciplina, comprometimento e profissionalismo. Esse é o exemplo que eu gostaria de deixar, inclusive para o meu filho: nunca desistir, ser profissional e manter a disciplina”, afirmou Muniz.

As lesões, apesar de duras, também ajudaram a moldar sua jornada. “Claro que ninguém quer se machucar, mas hoje vejo que elas acabam trazendo beleza para a minha carreira. Me fizeram crescer, me tornaram mais forte e mostraram o quanto eu amo surfar. Quando você fica sem, é que aprende a valorizar”, refletiu.

Com uma vida inteira conectada ao esporte — seu pai comanda uma escola de surf há três décadas —, Alejo resume sua relação com o oceano de forma direta. “O surf é tudo para mim. Me deu sustento, amizades, oportunidades, me levou a lugares que eu nunca imaginei e me deu a família que tenho hoje. Eu devo tudo ao surf”, destacou.

Olhando para frente, o plano é claro: viver intensamente o último ano no Tour. “Quero aproveitar meu último ano no CT da melhor forma possível, ser o mais profissional que eu puder. Depois da carreira, quero viajar em surf trips, ir a lugares onde nunca consegui competir e, talvez, passar tudo o que aprendi para a próxima geração. Eu sei o quanto é importante ter alguém ao lado do atleta”, projetou.

Ao se despedir do CT em 2026, Alejo Muniz deixa o Tour como símbolo de persistência, profissionalismo e amor dedicado ao surf — valores que ajudaram a construir não apenas a sua própria história, mas também um capítulo importante do surf brasileiro no cenário mundial.

Blogger templates

Your email address:


Powered by FeedBlitz

Obrigado pela visita de todos vocês!

Locations of visitors to this page