sexta-feira, 6 de novembro de 2026

Campanha do Nubank Parque com Fred Bruno repercute na imprensa internacional

 Campanha do Nubank Parque com Fred Bruno repercute na imprensa internacional

Jornal espanhol destaca estratégia de marketing para consolidar o novo nome da arena 

A campanha do Nubank Parque com Fred Bruno ganhou repercussão internacional e foi destaque no jornal espanhol Diario AS, um dos principais veículos esportivos da Europa. A reportagem aborda a estratégia de comunicação desenvolvida para consolidar o novo nome da arena, destacando o uso do humor e a conexão com o público como elementos centrais da iniciativa.

Na campanha, Fred Bruno assume o papel de “fiscal de naming rights”, responsável por incentivar o uso do nome Nubank Parque de maneira descontraída. A escolha do apresentador também está relacionada à sua própria trajetória profissional, marcada por mudanças de nome, estabelecendo um paralelo com o processo de transformação da identidade da arena.

“Os nomes das arenas não são impostos, são conquistados: pertencem a quem frequenta o espaço. Eles criam raízes à medida que as pessoas constroem novas memórias associadas a eles, como um gol decisivo, um show inesquecível, a emoção de ver os filhos torcendo, um ídolo no palco ou os encontros nas arquibancadas e na pista”, afirmou Marcelo Frazão, vice-presidente da WTorre Entretenimento, ao veículo espanhol.

A reportagem também ouviu Juliana Roschel, vice-presidente de Marketing e Growth do Nubank, que destacou a importância de tornar a transição do nome um processo natural e próximo do público.

“Sabemos que uma mudança de nome leva tempo para entrar no vocabulário das pessoas, especialmente em um espaço tão presente na memória e no cotidiano dos brasileiros. Por isso, buscamos uma maneira próxima de apresentar o Nubank Parque e tornar essa transição natural e divertida. Fred Bruno representa muito bem esse espírito, trazendo humor e proximidade para a conversa e compartilhando sua própria experiência com mudanças de nome”, explicou Juliana.

O Diario AS também destacou a transformação visual da arena e iniciativas como o Nubank Ultravioleta Lounge e o Portão Nubank Ultravioleta, que fazem parte da estratégia de ampliar a presença da marca e fortalecer a experiência dos visitantes.


quinta-feira, 5 de novembro de 2026

Cinco estratégias de experiência sonora para aumentar a permanência do cliente no PDV

 



Cinco estratégias de experiência sonora para aumentar a permanência do cliente no PDV


Menos de 15% das decisões de compra são conscientes e a trilha sonora é uma das variáveis que mais pesam nesse processo, aponta Musique 



A trilha sonora certa pode aumentar em até 9% o tempo que o cliente passa na loja  Crédito: Divulgação Musique

Enquanto o varejo físico busca formas de competir com a conveniência do e-commerce, uma variável segue subutilizada por boa parte das marcas: o som do ambiente. Segundo a Musique, startup pernambucana pioneira em arquitetura sonora multicamadas que transforma o áudio em ativo estratégico para o varejo físico, entre 85% e 95% das decisões de compra acontecem fora do consciente e a audição, ao lado da visão, é um dos sentidos que mais influenciam esse processo, moldando emoções e, consequentemente, comportamento de consumo.

Não é teoria: em uma rede de restaurantes atendida pela empresa, o ajuste da trilha sonora ambiente resultou em 9% a mais no tempo médio de permanência do cliente. Já um grupo varejista registrou aumento de 12% no NPS (Net Promoter Score),  após a implementação. Com base em cases como esses, a Musique reuniu cinco estratégias de experiência sonora que os varejistas podem aplicar para reter o cliente por mais tempo na loja e fortalecer a conexão com a marca.

1. Trate a música como extensão da identidade da marca, não como plano de fundo

Antes de escolher uma playlist, é preciso traduzir propósito, valores, posicionamento e público em critérios sonoros concretos, assim como se faz com identidade visual. “Uma trilha genérica não comunica nada sobre quem é a marca; uma trilha desenhada a partir dessas variáveis reforça a percepção da loja a cada visita”, aponta o CEO e cofundador da Musique, André Domingues.

2. Personalize por ambiente, não por rede

Uma mesma marca pode ter unidades com perfis de público, horário de pico e propósito de uso diferentes. Na visão do CEO, segmentar a curadoria sonora por loja — e não aplicar uma trilha única para toda a rede — aumenta a relevância da experiência para quem está fisicamente naquele espaço.

3. Use a música para estender o tempo de decisão do consumidor

Ambientes sonoros pensados estrategicamente têm relação direta com o tempo que o cliente permanece no ponto de venda — e mais tempo na loja tende a significar mais oportunidade de conversão. “É o tipo de resultado mensurável que separa ‘tocar música’ de ‘desenhar experiência sonora’, explica André.

4. Monitore a experiência sonora com dados, não com achismo

O executivo aponta que, assim como qualquer variável de CX, a trilha sonora deve ser acompanhada por indicadores. Dashboards com KPIs de audiência, categorias tocadas e uso por unidade permitem ajustar a estratégia em tempo real, em vez de definir uma curadoria e nunca mais revisitá-la.

5. Combine música ambiente com anúncios locais inteligentes

Ferramentas de anúncio de áudio permitem inserir comunicação institucional ou promocional dentro da própria trilha sonora, de forma contextualizada e sem quebrar a experiência do cliente. Isso, na visão do cofundador, “reforça mensagens de marca no exato momento em que o consumidor está no ambiente de decisão”.

"A gente costuma dizer que a percepção criada pela nossa mente vale mais do que a realidade — e isso é literal quando falamos de ambiente de consumo. Não é a loja que o cliente lembra, é como ela fez ele se sentir. O som é um dos gatilhos mais diretos para essa emoção, porque ele age exatamente onde a decisão de compra acontece: no inconsciente. Quando a marca entende isso e trata a música como estratégia, e não como playlist aleatória, ela deixa o ambiente mais agradável e constrói memória e conexão", afirma André Domingues.

Para a Musique, o próximo passo do varejo físico  é tratar o som com a mesma disciplina de dados e resultado já aplicada a outras áreas do negócio, transformando um elemento antes invisível em vantagem competitiva mensurável.

Sobre a Musique:
Fundada por André Domingues e Renato Alves, a Musique é uma empresa de tecnologia especializada em transformar o áudio em uma ferramenta estratégica para os negócios. Por meio de uma solução proprietária de arquitetura sonora, a companhia ajuda marcas a reduzir custos fixos, criar novas oportunidades de receita e oferecer experiências altamente personalizadas em ambientes físicos. Unindo música estratégica, sonoplastia programada e anúncios em áudio, a Musique desenvolve soluções para diferentes segmentos e atua na convergência entre tecnologia, inteligência artificial, retail media e experiência do cliente. Com mais de 5 mil pontos de venda atendidos na América Latina, a empresa tem como missão ampliar o papel do som nas estratégias corporativas e transformar ambientes físicos em canais de comunicação, relacionamento e geração de valor. Acesse o site da empresa e saiba mais.

quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Marketing de afiliados em setores tradicionais: o que muda?

 


Marketing de afiliados em setores tradicionais: o que muda?



Com marketplaces e redes sociais, modelo avança para setores não nativos digitais, como educação superior
Indicaê mostra como o marketing de afiliados avança para mercados que não nasceram digitais . Crédito: Divulgação Estácio

O marketing de afiliados, historicamente associado ao varejo online e à economia digital, vive um momento de expansão e de mudança de perfil. Em 2026, o setor se consolida como um dos canais mais estratégicos e resilientes do marketing digital, e a inteligência artificial aparece entre as principais tendências apontadas por especialistas para o ano. Segundo projeções da Track360, empresa de pesquisa e análise de mercado, e da eMarketer, plataforma especializada em dados e pesquisas sobre marketing, mídia e comércio digital, a indústria global de marketing de afiliados deve chegar a US$ 24,7 bilhões ainda em 2026. a indústria global de marketing de afiliados deve chegar a US$24,7 bilhões ainda em 2026.

No Brasil, estima-se que mais de 30 milhões de pessoas estejam cadastradas em plataformas de afiliação, o que coloca o país como o segundo maior mercado do mundo. O movimento é puxado, em boa parte, pelas grandes plataformas. Marketplaces e redes sociais têm estruturado programas de afiliados para incentivar criadores de conteúdo e gerar fidelidade. A tendência, porém, também traz desafios: levantamentos do setor indicam que os 10% de afiliados mais bem posicionados respondem por cerca de 90% do faturamento, o que reforça a importância de profissionalização, capacitação e estrutura de apoio para quem participa. 

Se o modelo já é familiar em segmentos nativos digitais, o que acontece quando ele chega a mercados que tradicionalmente concentram a aquisição de clientes em mídia paga, campanhas institucionais e equipes comerciais? A educação superior é um dos exemplos mais claros dessa transição. Nesse cenário, o Indicaê, programa de afiliados da Estácio desenvolvido em parceria com o Saber em Rede, se posiciona como o maior programa de afiliados da educação superior brasileira, com aproximadamente 140 mil afiliados, dos quais cerca de 80% são alunos da própria instituição. Desde sua criação, o programa já distribuiu mais de R$10 milhões em comissões.

A lógica difere em pontos importantes do afiliado de e-commerce. Em vez de uma rede formada majoritariamente por criadores e influenciadores, o Indicaê aposta em quem já conhece o produto por dentro: alunos, ex-alunos e outros públicos ligados à instituição. 

Os afiliados usam links personalizados para divulgar os cursos e acompanham o desempenho pela plataforma digital. A remuneração ocorre após a efetivação da matrícula, garantindo benefícios em dinheiro ou  bolsas de estudo de até 100% para a comunidade acadêmica.

Para Luciano Dias, Head de Canais de Aquisição da YDUQS e um dos responsáveis pela criação do Indicaê, a transformação é estrutural. “Estamos falando de uma mudança importante na lógica de aquisição. A instituição passa a contar com seus canais tradicionais e também com uma rede distribuída de pessoas que conhecem a marca, entendem seus produtos e conseguem levar essa informação para novos públicos. É uma estratégia que combina escala, relacionamento e performance”, explica.

A educação superior também tem uma particularidade: a decisão de matrícula envolve confiança, identificação e orientação, e muitas vezes passa pela recomendação de alguém que já viveu a experiência na instituição. Para Nina Trolly, Coordenadora de Canais de Afiliados da YDUQS, é nesta parte que o modelo se diferencia ainda mais. “O afiliado não é apenas alguém que divulga um link. Quando um aluno compartilha sua experiência e apresenta uma oportunidade para alguém próximo, ele consegue fazer uma ponte que muitas vezes é diferente daquela criada por uma campanha tradicional.”

Sobre as perspectivas do mercado, Luciano avalia que o marketing de afiliados deve avançar cada vez mais para setores que não nasceram digitais, e que o diferencial estará na qualidade da rede, e não apenas no tamanho. “A tendência é que os programas deixem de ser apenas uma vitrine de links e passem a oferecer estrutura de verdade para quem indica, com capacitação, acompanhamento de resultados e ferramentas de apoio.”

Nesse cenário, a IA e os dados também ganham protagonismo, ao ajudar a identificar quais públicos e abordagens funcionam melhor, ampliar a autonomia do afiliado e tornar o canal mais previsível para a instituição. “A tendência é que as empresas capazes de unir tecnologia e relacionamento consigam transformar a indicação em um canal estratégico de crescimento. Na educação superior, estamos trazendo esse movimento já em  grande escala”, finaliza Nina. 

Sobre o Indicaê
O Indicaê é o programa de afiliados da Estácio, desenvolvido em parceria com o Saber em Rede, que transforma a indicação de novos alunos em um canal estratégico de captação e em uma oportunidade de geração de renda para sua rede de embaixadores. Com aproximadamente 140 mil afiliados, cerca de 80% deles alunos da própria Estácio, o programa é considerado o maior programa de afiliados da educação superior no Brasil e já distribuiu mais de R$10 milhões em comissões desde sua criação. Por meio de uma plataforma digital, os participantes podem indicar cursos da Estácio utilizando links personalizados, acompanhar suas indicações e acessar ferramentas de capacitação, suporte, produção de criativos e inteligência artificial para potencializar sua performance. Ao conectar tecnologia, dados, educação e relacionamento, o Indicaê amplia a capilaridade da instituição na aquisição de novos alunos e fortalece um modelo no qual a própria comunidade acadêmica participa do crescimento da Estácio, consolidando-se como uma iniciativa de inovação e transformação no mercado de educação superior.

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