quinta-feira, 5 de novembro de 2026

Cinco estratégias de experiência sonora para aumentar a permanência do cliente no PDV

 



Cinco estratégias de experiência sonora para aumentar a permanência do cliente no PDV


Menos de 15% das decisões de compra são conscientes e a trilha sonora é uma das variáveis que mais pesam nesse processo, aponta Musique 



A trilha sonora certa pode aumentar em até 9% o tempo que o cliente passa na loja  Crédito: Divulgação Musique

Enquanto o varejo físico busca formas de competir com a conveniência do e-commerce, uma variável segue subutilizada por boa parte das marcas: o som do ambiente. Segundo a Musique, startup pernambucana pioneira em arquitetura sonora multicamadas que transforma o áudio em ativo estratégico para o varejo físico, entre 85% e 95% das decisões de compra acontecem fora do consciente e a audição, ao lado da visão, é um dos sentidos que mais influenciam esse processo, moldando emoções e, consequentemente, comportamento de consumo.

Não é teoria: em uma rede de restaurantes atendida pela empresa, o ajuste da trilha sonora ambiente resultou em 9% a mais no tempo médio de permanência do cliente. Já um grupo varejista registrou aumento de 12% no NPS (Net Promoter Score),  após a implementação. Com base em cases como esses, a Musique reuniu cinco estratégias de experiência sonora que os varejistas podem aplicar para reter o cliente por mais tempo na loja e fortalecer a conexão com a marca.

1. Trate a música como extensão da identidade da marca, não como plano de fundo

Antes de escolher uma playlist, é preciso traduzir propósito, valores, posicionamento e público em critérios sonoros concretos, assim como se faz com identidade visual. “Uma trilha genérica não comunica nada sobre quem é a marca; uma trilha desenhada a partir dessas variáveis reforça a percepção da loja a cada visita”, aponta o CEO e cofundador da Musique, André Domingues.

2. Personalize por ambiente, não por rede

Uma mesma marca pode ter unidades com perfis de público, horário de pico e propósito de uso diferentes. Na visão do CEO, segmentar a curadoria sonora por loja — e não aplicar uma trilha única para toda a rede — aumenta a relevância da experiência para quem está fisicamente naquele espaço.

3. Use a música para estender o tempo de decisão do consumidor

Ambientes sonoros pensados estrategicamente têm relação direta com o tempo que o cliente permanece no ponto de venda — e mais tempo na loja tende a significar mais oportunidade de conversão. “É o tipo de resultado mensurável que separa ‘tocar música’ de ‘desenhar experiência sonora’, explica André.

4. Monitore a experiência sonora com dados, não com achismo

O executivo aponta que, assim como qualquer variável de CX, a trilha sonora deve ser acompanhada por indicadores. Dashboards com KPIs de audiência, categorias tocadas e uso por unidade permitem ajustar a estratégia em tempo real, em vez de definir uma curadoria e nunca mais revisitá-la.

5. Combine música ambiente com anúncios locais inteligentes

Ferramentas de anúncio de áudio permitem inserir comunicação institucional ou promocional dentro da própria trilha sonora, de forma contextualizada e sem quebrar a experiência do cliente. Isso, na visão do cofundador, “reforça mensagens de marca no exato momento em que o consumidor está no ambiente de decisão”.

"A gente costuma dizer que a percepção criada pela nossa mente vale mais do que a realidade — e isso é literal quando falamos de ambiente de consumo. Não é a loja que o cliente lembra, é como ela fez ele se sentir. O som é um dos gatilhos mais diretos para essa emoção, porque ele age exatamente onde a decisão de compra acontece: no inconsciente. Quando a marca entende isso e trata a música como estratégia, e não como playlist aleatória, ela deixa o ambiente mais agradável e constrói memória e conexão", afirma André Domingues.

Para a Musique, o próximo passo do varejo físico  é tratar o som com a mesma disciplina de dados e resultado já aplicada a outras áreas do negócio, transformando um elemento antes invisível em vantagem competitiva mensurável.

Sobre a Musique:
Fundada por André Domingues e Renato Alves, a Musique é uma empresa de tecnologia especializada em transformar o áudio em uma ferramenta estratégica para os negócios. Por meio de uma solução proprietária de arquitetura sonora, a companhia ajuda marcas a reduzir custos fixos, criar novas oportunidades de receita e oferecer experiências altamente personalizadas em ambientes físicos. Unindo música estratégica, sonoplastia programada e anúncios em áudio, a Musique desenvolve soluções para diferentes segmentos e atua na convergência entre tecnologia, inteligência artificial, retail media e experiência do cliente. Com mais de 5 mil pontos de venda atendidos na América Latina, a empresa tem como missão ampliar o papel do som nas estratégias corporativas e transformar ambientes físicos em canais de comunicação, relacionamento e geração de valor. Acesse o site da empresa e saiba mais.

quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Marketing de afiliados em setores tradicionais: o que muda?

 


Marketing de afiliados em setores tradicionais: o que muda?



Com marketplaces e redes sociais, modelo avança para setores não nativos digitais, como educação superior
Indicaê mostra como o marketing de afiliados avança para mercados que não nasceram digitais . Crédito: Divulgação Estácio

O marketing de afiliados, historicamente associado ao varejo online e à economia digital, vive um momento de expansão e de mudança de perfil. Em 2026, o setor se consolida como um dos canais mais estratégicos e resilientes do marketing digital, e a inteligência artificial aparece entre as principais tendências apontadas por especialistas para o ano. Segundo projeções da Track360, empresa de pesquisa e análise de mercado, e da eMarketer, plataforma especializada em dados e pesquisas sobre marketing, mídia e comércio digital, a indústria global de marketing de afiliados deve chegar a US$ 24,7 bilhões ainda em 2026. a indústria global de marketing de afiliados deve chegar a US$24,7 bilhões ainda em 2026.

No Brasil, estima-se que mais de 30 milhões de pessoas estejam cadastradas em plataformas de afiliação, o que coloca o país como o segundo maior mercado do mundo. O movimento é puxado, em boa parte, pelas grandes plataformas. Marketplaces e redes sociais têm estruturado programas de afiliados para incentivar criadores de conteúdo e gerar fidelidade. A tendência, porém, também traz desafios: levantamentos do setor indicam que os 10% de afiliados mais bem posicionados respondem por cerca de 90% do faturamento, o que reforça a importância de profissionalização, capacitação e estrutura de apoio para quem participa. 

Se o modelo já é familiar em segmentos nativos digitais, o que acontece quando ele chega a mercados que tradicionalmente concentram a aquisição de clientes em mídia paga, campanhas institucionais e equipes comerciais? A educação superior é um dos exemplos mais claros dessa transição. Nesse cenário, o Indicaê, programa de afiliados da Estácio desenvolvido em parceria com o Saber em Rede, se posiciona como o maior programa de afiliados da educação superior brasileira, com aproximadamente 140 mil afiliados, dos quais cerca de 80% são alunos da própria instituição. Desde sua criação, o programa já distribuiu mais de R$10 milhões em comissões.

A lógica difere em pontos importantes do afiliado de e-commerce. Em vez de uma rede formada majoritariamente por criadores e influenciadores, o Indicaê aposta em quem já conhece o produto por dentro: alunos, ex-alunos e outros públicos ligados à instituição. 

Os afiliados usam links personalizados para divulgar os cursos e acompanham o desempenho pela plataforma digital. A remuneração ocorre após a efetivação da matrícula, garantindo benefícios em dinheiro ou  bolsas de estudo de até 100% para a comunidade acadêmica.

Para Luciano Dias, Head de Canais de Aquisição da YDUQS e um dos responsáveis pela criação do Indicaê, a transformação é estrutural. “Estamos falando de uma mudança importante na lógica de aquisição. A instituição passa a contar com seus canais tradicionais e também com uma rede distribuída de pessoas que conhecem a marca, entendem seus produtos e conseguem levar essa informação para novos públicos. É uma estratégia que combina escala, relacionamento e performance”, explica.

A educação superior também tem uma particularidade: a decisão de matrícula envolve confiança, identificação e orientação, e muitas vezes passa pela recomendação de alguém que já viveu a experiência na instituição. Para Nina Trolly, Coordenadora de Canais de Afiliados da YDUQS, é nesta parte que o modelo se diferencia ainda mais. “O afiliado não é apenas alguém que divulga um link. Quando um aluno compartilha sua experiência e apresenta uma oportunidade para alguém próximo, ele consegue fazer uma ponte que muitas vezes é diferente daquela criada por uma campanha tradicional.”

Sobre as perspectivas do mercado, Luciano avalia que o marketing de afiliados deve avançar cada vez mais para setores que não nasceram digitais, e que o diferencial estará na qualidade da rede, e não apenas no tamanho. “A tendência é que os programas deixem de ser apenas uma vitrine de links e passem a oferecer estrutura de verdade para quem indica, com capacitação, acompanhamento de resultados e ferramentas de apoio.”

Nesse cenário, a IA e os dados também ganham protagonismo, ao ajudar a identificar quais públicos e abordagens funcionam melhor, ampliar a autonomia do afiliado e tornar o canal mais previsível para a instituição. “A tendência é que as empresas capazes de unir tecnologia e relacionamento consigam transformar a indicação em um canal estratégico de crescimento. Na educação superior, estamos trazendo esse movimento já em  grande escala”, finaliza Nina. 

Sobre o Indicaê
O Indicaê é o programa de afiliados da Estácio, desenvolvido em parceria com o Saber em Rede, que transforma a indicação de novos alunos em um canal estratégico de captação e em uma oportunidade de geração de renda para sua rede de embaixadores. Com aproximadamente 140 mil afiliados, cerca de 80% deles alunos da própria Estácio, o programa é considerado o maior programa de afiliados da educação superior no Brasil e já distribuiu mais de R$10 milhões em comissões desde sua criação. Por meio de uma plataforma digital, os participantes podem indicar cursos da Estácio utilizando links personalizados, acompanhar suas indicações e acessar ferramentas de capacitação, suporte, produção de criativos e inteligência artificial para potencializar sua performance. Ao conectar tecnologia, dados, educação e relacionamento, o Indicaê amplia a capilaridade da instituição na aquisição de novos alunos e fortalece um modelo no qual a própria comunidade acadêmica participa do crescimento da Estácio, consolidando-se como uma iniciativa de inovação e transformação no mercado de educação superior.

terça-feira, 3 de novembro de 2026

Vanessa Riche fala sobre a inauguração da estátua de Dinamite em 2022; veja vídeo

 oficialdriblai


💢❤️ UMA HOMENAGEM EM VIDA AO MAIOR ÍDOLO DO VASCO!

Vanessa Riche relembrou ao Dribla Aí um dos momentos mais emocionantes de sua passagem pela Vasco TV: a inauguração da estátua de Roberto Dinamite, em São Januário, quando o ídolo ainda estava entre nós. 🏟️💢

Vanessa contou os bastidores da surpresa e revelou que chegou a autografar algumas bolas para a ocasião. Um dia antes, Roberto perguntou o que aconteceria, mas ela precisou guardar segredo para não estragar a surpresa. No grande dia, ele se emocionou muito com a homenagem.

Foi um momento especial, que mostrou todo o carinho e a gratidão pelo eterno camisa 10. Afinal, homenagear Roberto Dinamite em vida foi uma forma de reconhecer, diante dele, tudo o que ele representa para o Vasco e para os vascaínos. ❤️

💬 Você também acha que nossos ídolos merecem receber esse reconhecimento em vida?

📍 Estúdio: @estudiobasenow

🤝 Apoiadores:
@jalapeno.mexicano
@uberdascamisas
@drinkacorj

#DriblaAí #VanessaRiche #Vasco #VascoTV #RobertoDinamite




Fonte: Instagram Dribla Aí

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