Breno Bidon, Garro, Hugo Souza, Matheusinho e Pedro Raul apareceram juntos no “day off”

Crédito: Instagram/Matheuzinho
Neste fim de semana, os jogadores do Corinthians aproveitaram um dia de folga no São Paulo Surf Club. O lateral-direito Matheuzinho publicou um story no local e ainda mandou um “alô” para a WSL. Além dele, Breno Bidon, Hugo Souza, Rodrigo Garro e Pedro Raul também marcaram presença.
No Instagram, o centroavante Pedro Raul ainda publicou uma sequência de fotos em que aparece surfando. Na legenda, o atleta escreveu que o grupo estava em um “day off”. Mas os jogadores do Corinthians não são os únicos que gostam de pegar uma onda. O atacante Lamine Yamal, do Barcelona, já foi visto surfando ao lado de Gabriel Medina quando passou um período de férias no Brasil.
Classificado como esporte olímpico e responsável por atrair uma legião de fãs, o surfe também tem despertado cada vez mais o interesse de celebridades em todo o mundo. Seja para investir ou para praticar, o esporte faz parte da vida de artistas de diversas áreas, que ajudam a popularizar a modalidade, além de grandes empresários, que enxergam no surfe uma oportunidade de negócio.
Recentemente, Ronaldo Fenômeno, ex-jogador, virou sócio do Reserva Beach Club, um clube de piscinas de ondas, avaliado em R$1 bilhão, localizado em Alphaville, na Região Metropolitana de São Paulo. Com tecnologia avançada, esse tipo de empreendimento tem despertado o interesse dos famosos e está em alta.
O tricampeão mundial Gabriel Medina já levou Kelly Slater, Rodrigo Santoro e Cauã Reymond para surfar com ele em seu clube. A popularidade das piscinas de ondas em São Paulo cresceu com a inauguração de clubes de alto padrão, mas também estão presentes em outros estados, como Rio de Janeiro, Santa Catarina, Curitiba e Sergipe.
“É possível abordar o crescimento do surfe como uma transformação. A prática é encarada como um desafio pessoal e uma atividade ao ar livre que proporciona múltiplas conexões. O surfe se democratizou e virou um atrativo acessível a homens, mulheres e crianças. A chegada das piscinas de ondas traz um novo elemento que é a certeza de surfar, diferente do mar, já que os surfistas dependem da maré. Elas alteram variáveis importantes no negócio e representam um grande convite para novos praticantes”, explica Ivan Martinho, presidente da WSL na América Latina.
O executivo ainda explica que a tecnologia de piscinas de onda representa uma mudança estrutural no surfe porque resolve três limitações históricas: o acesso (geográfico e social), a previsibilidade (frequência e consistência) e a escala (capacidade de multiplicar experiência).
“As piscinas de ondas ajudam a consolidar um novo lifestyle urbano conectado ao surfe. No Brasil, já existe um ecossistema nascendo com pólos relevantes, especialmente em São Paulo e no Sul do país”, completou Ivan.
Em São Paulo, hoje há oito clubes de piscinas, nas regiões de Itupeva, Porto Feliz, Alphaville, Atibaia, Ribeirão Preto e Araçoiaba da Serra. As cidades de Garopaba, em Santa Catarina, Curitiba, no Paraná, e Sergipe, na região de Aracaju, também possuem.