sábado, 3 de outubro de 2026

Museu Virtual idealizado por torcedores reúne memória do Athletico em experiência imersiva

 Museu Virtual idealizado por torcedores reúne memória do Athletico em experiência imersiva


Iniciativa independente da Associação Nosso Atlético, formada por sócios e torcedores rubro-negros, será lançada em outubro, em evento no Centro Cultural Memorial de Curitiba



Museu Virtual idealizado por torcedores reúne memória do Athletico em experiência imersiva


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A história de mais de um século do Athletico Paranaense ganhará um novo espaço de preservação, memória e interação. O Museu Virtual da História Atleticana, iniciativa da Associação Nosso Atlético, formada por sócios e torcedores rubro-negros, será uma experiência virtual imersiva na qual os visitantes poderão percorrer diferentes ambientes, explorar espaços dedicados à história do clube e interagir com parte do acervo.


O projeto reunirá fotografias raras, documentos históricos, objetos e registros que ajudam a contar a trajetória do Athletico e sua relação com a cidade e o Estado. Mais do que consultar conteúdos em páginas na internet, o torcedor poderá navegar virtualmente pelo museu e conhecer diferentes ambientes e elementos do acervo, incluindo reproduções tridimensionais de peças como camisas e troféus.


Com lançamento previsto para o dia 15 de outubro, em evento no Centro Cultural Memorial de Curitiba, o projeto contará com a presença de membros da associação, personalidades ligadas à história do Athletico e ex-atletas. A iniciativa é independente da direção do clube e foi idealizada por torcedores que buscavam ampliar o acesso à memória atleticana e criar um espaço de encontro e participação da torcida.


Um dos responsáveis pelo projeto é o médico Murilo César Santos, que atuou no Athletico entre 1993 e 2004. Segundo ele, a criação do museu virtual atende a uma demanda antiga da torcida pela valorização da história do clube e, ao mesmo tempo, abre novas possibilidades para que os próprios atleticanos participem da construção desse patrimônio.


“O Athletico, como todos os grandes times do mundo, tem que ter o seu museu. Quando começamos a reunir esse material, percebemos a dimensão daquilo que estava espalhado em coleções particulares e na memória de muitos atleticanos. Agora teremos um museu virtual em que todos os atleticanos poderão interagir e colaborar”, destaca Murilo.


O acervo do museu terá como uma de suas principais bases o material reunido pelo professor Heriberto Ivan Machado, um dos principais pesquisadores do futebol paranaense e autor de diversos livros sobre a história do Athletico e do esporte no estado.


Entre fotografias, documentos e outros registros, o projeto reunirá materiais que ajudam a recuperar diferentes momentos da trajetória do clube, além de peças que fazem parte da memória afetiva da torcida. A proposta é que esse conteúdo possa ser explorado de maneira dinâmica dentro dos ambientes virtuais do museu.


Além do material histórico já catalogado, o projeto terá caráter colaborativo. Os torcedores poderão participar diretamente da construção do museu com o envio de fotografias, documentos e relatos pessoais relacionados ao Athletico, que poderão fazer parte do espaço após análise da curadoria do projeto.


“Queremos que o museu seja um organismo vivo. O torcedor que tem uma fotografia guardada em casa, um ingresso ou uma história de família relacionada ao Athletico poderá ajudar a ampliar esse acervo. Cada contribuição pode revelar um novo capítulo e fazer com que a memória do clube continue sendo construída pelas próprias pessoas que ajudaram a escrever essa história”, explica Murilo.


A iniciativa faz parte da atuação da Associação Nosso Atlético, que reúne sócios e torcedores rubro-negros e busca contribuir para o fortalecimento da comunidade atleticana. Além da valorização e preservação da história do clube, a associação atua na defesa dos interesses de sócios e torcedores, participa das discussões sobre o presente e o futuro do Athletico e desenvolve iniciativas voltadas a aproximar a torcida e ampliar sua participação e voz nos assuntos relacionados ao clube.


Nesse contexto, o Museu Virtual da História Atleticana pretende ser mais do que um espaço de consulta. A proposta é criar um ponto de encontro virtual entre diferentes gerações de atleticanos, proporcionando uma experiência interativa de contato com a história do clube e, ao mesmo tempo, mantendo o espaço aberto para novas contribuições da torcida.


A ideia é que o museu continue sendo ampliado e atualizado a partir da participação dos próprios atleticanos, preservando registros, histórias e objetos que ajudam a contar não apenas a trajetória esportiva do Athletico, mas também a relação construída entre o clube, sua torcida e a sociedade ao longo de mais de um século.


Sobre a Nosso Atlético


A Associação Nosso Atlético é uma iniciativa formada por sócios e torcedores do Athletico Paranaense dedicada à valorização, preservação e divulgação da história e da identidade do clube. De forma independente da direção atleticana, a associação desenvolve projetos voltados à memória rubro-negra, reunindo torcedores e pesquisadores na construção de iniciativas que aproximem as novas gerações do patrimônio histórico do Athletico.

WSL promove ações de recuperação da Mata Atlântica durante Banco do Brasil São Sebastião Pro

 WSL promove ações de recuperação da Mata Atlântica durante Banco do Brasil São Sebastião Pro


Em parceria com o Instituto Conservação Costeira e a Prefeitura de São Sebastião, entidade promoveu o plantio de mais de 50 mudas nativas durante a etapa





Na imagem: O surfista Weslley Dantas ao lado das crianças do Projeto Buscapé e demais representantes do ICC e Prefeitura de São Sebastião. Créditos: WSL


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SÃO SEBASTIÃO, São Paulo (3 de outubro de 2026) - A WSL ampliou as ações de sustentabilidade do Banco do Brasil São Sebastião Pro com uma iniciativa de recuperação da Mata Atlântica em Maresias, durante a realização da etapa do Challenger Series. Em parceria com o Instituto Conservação Costeira (ICC) e a Divisão Socioambiental da Prefeitura de São Sebastião, por meio da Secretaria do Meio Ambiente, a organização promoveu o plantio de mais de 50 mudas de espécies nativas ao longo do evento.


A ação também contou com a participação de crianças do Projeto Buscapé, iniciativa que atua com educação e desenvolvimento de pessoas em situação de vulnerabilidade social na Costa Sul de São Sebastião. Além do plantio, a atividade teve como objetivo aproximar os participantes de práticas de educação ambiental e reforçar a importância da preservação da Mata Atlântica.


“É importante plantarmos árvores nativas, frutíferas, raras inclusive, mas também é fundamental trazer as crianças para essa experiência. Assim conseguimos avançar em duas frentes ao mesmo tempo: além de cuidar do meio ambiente, estamos levando consciência para essas crianças da importância de cuidarmos do nosso patrimônio, que é a natureza. Afinal, tudo isso ficará de herança para eles”, destacou André Mota, integrante do Instituto Conservação Costeira.


A parceria com o poder público também reforça o trabalho de arborização desenvolvido no município. Segundo Silvio Gonçalves, chefe da Divisão Socioambiental da Secretaria do Meio Ambiente (SEMAM) da Prefeitura de São Sebastião, mais de 2.500 árvores já foram plantadas desde o início de 2025.


“Sozinho nós não fazemos nada. É muito importante termos parceiros para estarem conduzindo as ações de educação ambiental e passando para essa criançada a importância da arborização. A administração atual do prefeito Reinaldinho pede muita atenção no cuidado com a preservação da natureza e temos trabalhado arduamente nessa missão. Desde o começo de 2025 já foram plantadas mais de 2.500 árvores e seguiremos ao longo dos próximos anos com a campanha de arborização urbana no município”, afirmou.


Sustentabilidade integrada ao evento


A preocupação ambiental da WSL também está presente na operação do Banco do Brasil São Sebastião Pro. A etapa conta com ações de gestão de resíduos, reaproveitamento de materiais e redução do uso de descartáveis, buscando conectar a realização do evento à preservação do ambiente onde o surfe acontece.


Para Ivan Martinho, presidente da WSL América Latina, iniciativas como essas são parte importante da realização de uma competição de surfe, especialmente por acontecerem em um ambiente natural. “O surfe depende diretamente da saúde dos oceanos, das praias e de todo o ecossistema costeiro. Por isso, para a WSL, realizar um evento na praia também significa assumir a responsabilidade de cuidar desse ambiente e deixar um impacto positivo para a comunidade. Quando conseguimos unir recuperação ambiental, educação e reaproveitamento de materiais, mostramos que a sustentabilidade deve fazer parte da operação do evento e, principalmente, da experiência das novas gerações”, afirmou Martinho.


Ao todo, 99% dos resíduos gerados são reaproveitados. Entre os materiais reciclados estão vidro, lonas, copos de papel e presilhas plásticas. Estas últimas são posteriormente transformadas em quilhas de prancha, criando uma conexão direta entre a gestão de resíduos e a prática esportiva.


O evento também opera com zero uso de plástico descartável e conta com parcerias com cooperativas locais para a gestão dos resíduos. As lonas utilizadas na estrutura da competição ganham novas funções após o evento e são transformadas em lixeiras ecológicas, bancos de praças, nécessaires, abrigos para pontos de ônibus e estruturas de proteção para a vegetação nativa.


Sobre a WSL

A WSL é a casa do surfe competitivo no planeta, coroando campeões mundiais desde 1976, apresentando os melhores surfistas do mundo. A WSL supervisiona o cenário competitivo global do surfe e estabelece o padrão para o desempenho de alta performance no ambiente mais dinâmico de todos os esportes. Com um firme compromisso com os seus valores, a WSL prioriza a proteção do oceano, a igualdade de gêneros e a rica herança do esporte, ao mesmo tempo que destaca a progressão e a inovação.

Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com.


sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Parceria com hospital especializado, camisa rosa inédita e pacientes oncológicas em campo: Cuiabá prepara série de ações para combate ao câncer de mama

 Uniforme será usado contra a Ponte Preta, neste sábado (3); clube também entregará bexigas na cor da campanha para torcedores

  




O Cuiabá Esporte Clube entrará em campo de rosa pela primeira vez neste sábado (3), para enfrentar a Ponte Preta, às 16h (horário de Mato Grosso), na Arena Pantanal, pela 31ª rodada da Série B. Em parceria com o Hospital de Câncer de Mato Grosso, o clube preparou uma série de ações de conscientização sobre o câncer de mama para o outubro rosa.

A programação no estádio também contará com a participação de mulheres em tratamento contra o câncer de mama, que entrarão em campo com os jogadores antes do início da partida. Nas arquibancadas, o público receberá bexigas rosas para acompanhar a mobilização.

“O futebol tem uma capacidade enorme de mobilizar pessoas. Queremos aproveitar essa força para ampliar a conscientização sobre o câncer de mama e apoiar o trabalho realizado pelo Hospital de Câncer de Mato Grosso. Também é uma oportunidade de reconhecer as mulheres que enfrentam a doença e dar visibilidade à importância do cuidado”, afirma Cristiano Dresch, presidente do Cuiabá Esporte Clube.


Compromisso social


A iniciativa dá continuidade às ações sociais promovidas pelo clube. Em novembro de 2022, o Cuiabá realizou uma campanha em homenagem ao Dia da Consciência Negra, com uma camisa especial voltada ao combate à discriminação e ao preconceito.

Agora, o clube leva a conscientização sobre o câncer de mama à Arena Pantanal, em parceria com o Hospital de Câncer de Mato Grosso. A camisa especial será vendida aos torcedores por R$ 169,90.

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