quinta-feira, 16 de julho de 2026

#TBT Vitor Reis se destaca, Girona vence e mira reta final de La Liga: “Me sinto mais adaptado”

Divulgação: Girona FC


Zagueiro brasileiro tem atuação sólida na vitória por 1 a 0 sobre o Villarreal, ganha protagonismo no sistema defensivo e reforça foco coletivo na reta decisiva da temporada

O Girona conquistou uma vitória importante ao bater o Villarreal por 1 a 0, em duelo válido pela 30ª rodada de La Liga, e contou com uma atuação de destaque do zagueiro brasileiro Vitor Reis, peça cada vez mais fundamental no sistema defensivo da equipe.

De volta ao clube após o período com a seleção brasileira na última Data FIFA, o defensor mostrou rápida adaptação ao ritmo da equipe e teve números expressivos na partida. Vitor terminou o confronto com a segunda maior nota entre os jogadores do Girona, ficando atrás apenas de seu companheiro de zaga, Daley Blind.

O desempenho foi marcado por consistência e segurança: foram 12 contribuições defensivas, oito cortes, 92% de aproveitamento nos passes e nenhum drible sofrido, números que reforçam sua solidez e leitura de jogo.

Convocado após o corte de Gabriel Magalhães, o zagueiro esteve à disposição do técnico Carlo Ancelotti na vitória do Brasil por 3 a 1 sobre a Croácia, experiência que também contribuiu para seu momento atual na Europa.

Sob o comando do técnico Michel, Vitor Reis vem se consolidando como um dos pilares da equipe. O brasileiro já soma 30 partidas na temporada, sendo 29 como titular, e lidera entre os jogadores sub-23 com mais minutos disputados em La Liga.

Após a partida, o zagueiro destacou a evolução ao longo da temporada e o foco coletivo do grupo na reta final da competição. “Mais do que números individuais, o importante agora é terminar bem a temporada e colocar o clube na melhor posição possível. Estamos brigando por isso jogo a jogo. No começo tudo é mais intenso, mais rápido. Hoje me sinto mais adaptado, entendendo melhor os movimentos e conseguindo jogar com mais naturalidade”, afirmou.

Para Claudio Fiorito, CEO da P&P Sport Management, agência responsável pela carreira do atleta, o momento vivido por Vitor é reflexo de um processo consistente de evolução. “É um jogador que vem mostrando muita maturidade para a idade. A consistência que ele tem apresentado em uma liga tão competitiva como a espanhola chama atenção. Esse tipo de desempenho é resultado de muito trabalho, disciplina e entendimento do jogo. A tendência é que ele siga evoluindo e assumindo ainda mais protagonismo”, destacou.



A vitória fez o Girona subir da 14ª para a 12ª colocação na tabela, ganhando fôlego na competição. Já o Villarreal permanece na terceira posição e perdeu a chance de ampliar a vantagem em relação ao Atlético de Madrid, que ocupa o quarto lugar.

Co-organizadores da Copa divergem sobre Thomas Partey

 


Após acesso negado no Canadá por estar respondendo a processo, EUA libera entrada de ganês que estreia no Mundial; especialista analisa situação


Sem poder estrear diante do Panamá, no Canadá, por ter sua entrada no país negada, o jogador ganês Thomas Partey atuou diante da Inglaterra na última terça-feira, em partida em solo estadunidense. A negativa quanto ao acesso em Toronto deve-se ao fato do jogador estar respondendo a um processo no Reino Unido. O volante, que se declara inocente, é acusado de cinco crimes de estupro e um de agressão sexual em julho de 2025 e tem julgamento marcado para junho de 2027 no Tribunal da Coroa de Southwark, em Londres, Inglaterra.


Reflexo da dificuldade e dos desafios de sediar uma Copa do Mundo em diferentes países. 

Nesse ano, Estados Unidos, Canadá e México são os anfitriões da competição, no entanto, com políticas distintas acabam seguindo protocolos divergentes para o mesmo caso. O jogador de Gana, Thomas Partey, foi vetado de entrar no Canadá para a primeira rodada do Mundial em partida realizada no estádio BMO Field, em Toronto. No seu formulário de pedido de visto, o atleta preencheu “não” quando questionado se já havia cometido ou respondido por crimes em qualquer país, o que fora crucial para o veto canadense. 


O governo ganês protestou e entrou com recurso tentando reverter a situação. Para as autoridades canadenses, a declaração foi considerada falsa e a existência das acusações já eram o suficiente e, por isso, recusou o recurso do atleta. Tal proibição gerou uma crise diplomática, onde o ministério das relações exteriores emitiu um comunicado afirmando que a decisão foi arbitrária e extremamente injusta já que se baseia em acusações não comprovadas. De nada adiantou, e o volante do Villarreal, da Espanha, permaneceu fora do país e sem poder atuar no confronto.


Alguns dias depois, para a segunda rodada do Mundial, a situação mudou, já que Gana enfrentou a Inglaterra nos Estados Unidos, no estádio Gillette Stadium, em Boston. Thomas Partey foi liberado para entrar no país sem qualquer tipo de restrição e jogar, o que o fez quebrar o silêncio: “Acho que isso faz parte do futebol. Acontecem coisas que você não consegue controlar. Para mim, agora está tudo bem e estou pronto para jogar”.


A liberação ao atleta para adentrar aos Estados Unidos e atuar, levantou um questionamento: Por que dois co-organizadores da Copa possuem maneiras diferentes de encarar a situação? Advogado do escritório de advocacia CCLA Advogados, Cristiano Caús, analisa a situação.

“A co-organização da Copa do Mundo não obriga, sob nenhuma hipótese jurídica, os Estados Unidos e o Canadá a seguirem o mesmo protocolo de admissão ou a unificarem suas decisões migratórias. Os acordos firmados com a FIFA são de natureza civil e desportiva. Eles não possuem o poder de revogar ou mitigar a soberania nacional de um país. O Canadá barrou a entrada do atleta com base estritamente em sua legislação interna de segurança e inadmissibilidade criminal, devido às investigações que ele enfrenta no Reino Unido. Já os EUA aplicaram seus próprios critérios discricionários para liberar o visto. Juridicamente, a soberania estatal e as leis de imigração de cada país-sede sempre estarão acima de qualquer regulamento de competição”, garante Caús.


A decisão apresenta caráter polêmico quando lembramos da situação que a seleção iraniana tem passado durante o torneio. Por conta do conflito central entre Estados Unidos e Irã, envolvendo disputa geopolíticas, sanções, programa nuclear iraniano, fora os constantes ataques militares, o último em fevereiro deste ano, os asiáticos têm enfrentado muitas dificuldades em território estadunidense, ainda mais por fazer as três partidas da primeira fase nas cidades de Los Angeles e Seattle. A principal delas foi a imposição americana em permitir que a delegação iraniana entre no país apenas 24 horas antes dos confrontos e deixe o país imediatamente após os jogos. A Federação de Futebol do Irã solicitou que a FIFA mudasse seus compromissos para o México, mas diante da logística do torneio, a entidade não aderiu ao pedido e com o intuito de amenizar a situação, sugeriu que mudasse sua base para Tijuana, no México. Pedido prontamente aceito pelos mexicanos: “Os Estados Unidos não querem que a seleção iraniana fique para pernoitar Então, eles nos perguntaram: 'Podemos pernoitar no México?" Nós dissemos que sim, sem problemas, revelou a presidente do México, Claudia Sheinbaum, em entrevista coletiva.


O apoio mexicano tem sido um fio de esperança para os iranianos que demonstram grande gratidão por terem sido acolhidos pela cidade e pelos habitantes do país. Recentemente, o capitão da seleção do Irã, Alireza Jahanbakhsh, agradeceu à população mexicana pela demonstração de afeto e carinho que eles têm recebido e diz já estar se sentindo em casa.


Depois do primeiro duelo diante da Nova Zelândia, os iranianos deixaram uma carta, manuscrita em inglês, no vestiário pedindo paz: “Da antiga Pérsia de milênios atrás ao Irã civilizado de hoje. O espírito do Irã permanece vivo e inabalável. Viemos a Los Angeles com orgulho, competimos com honra e partimos com dignidade”. Além disso, a mensagem lembrava do bombardeio a uma escola feminina, que deixou 168 mortos, em fevereiro. Já no aeroporto, retornando a Tijuana, agências de notícias estatais iranianas revelaram ainda que o atacante Mehdi Taremi, principal jogador da seleção, e o membro da comissão técnica Saeid Alhouei foram retidos no embarque de Los Angeles. Os dois enfrentaram "atraso injustificado" nos procedimentos de checagem de passaportes e vistos na imigração do aeroporto, mas depois foram liberados.


Os EUA têm tratado com bastante distinção as situações de Thomas Partey e da Seleção iraniana, o que deixa claro o posicionamento do país, que tem colocado a frente seus interesses diplomáticos.


“A dualidade de critérios na concessão de vistos a delegações estrangeiras, como ocorre historicamente com o Irã, comprova categoricamente que o esporte de alto rendimento continua subordinado aos interesses diplomáticos e políticos externos. A suposta ‘neutralidade política’ defendida pelas entidades esportivas é uma ficção jurídica que desaba diante da realidade prática. A FIFA e o COI são associações privadas e não têm poder coercitivo sobre as fronteiras de um Estado soberano. Quando um governo decide impor barreiras ou facilidades burocráticas baseando-se em tensões geopolíticas, ele está exercendo o seu poder de polícia e sua política externa. O direito desportivo internacional não tem força para anular as decisões de segurança de uma superpotência. O esporte, no cenário global, opera sob a total conveniência da diplomacia dos países que o sediam”, conclui Cristiano Caús, advogado do CCLA Advogados


A situação vivenciada na Copa do Mundo de 2026, onde os co-organizadores apresentam julgamentos e posicionamentos divergentes sobre o mesmo assunto serve de alerta também para a Copa do Mundo de 2030, que tende a ter políticas distintas com relação a entrada nos países, já que pela primeira vez, o Mundial será disputado em continentes diferentes. Para celebrar os 100 anos do primeiro torneio disputado no Uruguai, serão disputadas partidas inaugurais no Uruguai, na Argentina e no Paraguai. No entanto, as sedes oficiais da competição serão Espanha, Portugal e Marrocos. 


quarta-feira, 15 de julho de 2026

Fatal Fans chega ao Corinthians em parceria que reforça presença da plataforma no futebol brasileiro

 

Fatal Fans chega ao Corinthians em parceria que reforça presença da plataforma no futebol brasileiro 

Acordo amplia atuação da plataforma no esporte e contempla futebol masculino, futsal, basquete e iniciativas dedicadas ao futebol feminino 

Divulgação/Fatal Model

A Fatal Fans anuncia sua chegada ao Sport Club Corinthians Paulista em uma parceria que marca um novo momento da plataforma dentro do futebol brasileiro. O acordo aproxima a marca de uma das instituições esportivas mais populares do país e amplia sua presença em clubes de grande alcance nacional. 


A parceria contempla diferentes frentes esportivas do Corinthians, com presença em propriedades comerciais do futebol masculino, futsal e basquete. No futebol feminino, o projeto seguirá um modelo específico, voltado a campanhas de conscientização, valorização das mulheres e pautas de interesse social, respeitando a força simbólica das Brabas e a relevância da modalidade dentro do clube. 


Para a Fatal Fans, a entrada no Corinthians representa um avanço estratégico em sua relação com o esporte. Depois de iniciar sua trajetória no futebol com clubes como Vila Nova e Operário, a plataforma passa a se conectar com uma torcida de dimensão nacional, reconhecida por sua intensidade, identidade popular e participação ativa na vida do clube. 


“Chegar ao Corinthians é um passo muito importante para a Fatal Fans. Estamos falando de um clube que não é apenas uma potência esportiva, mas também um fenômeno cultural, social e popular. Nosso objetivo é participar dessa história com seriedade, contribuindo para modalidades que têm enorme relevância para o clube e para sua torcida”, afirma Kellerson Kurtz, diretor de negócios da Fatal Fans. 


A parceria também reforça a estratégia da Fatal Fans de ampliar sua atuação no esporte brasileiro. Nos últimos anos, a plataforma fortaleceu sua presença em diferentes regiões e divisões do futebol nacional, apostando no patrocínio esportivo como ferramenta de conexão com comunidades, torcedores e projetos que movimentam a economia dos clubes dentro e fora de campo. 


No Corinthians, a Fatal Fans passa a ocupar um espaço de alta visibilidade em modalidades com forte potencial de crescimento e engajamento. A proposta é desenvolver uma presença construída em diálogo com o ambiente esportivo, respeitando as particularidades de cada frente e contribuindo para a sustentabilidade de projetos importantes do clube. 


“O futebol tem uma capacidade única de criar pertencimento. Quando uma marca entra nesse território, ela precisa entender que está lidando com paixão, história e responsabilidade. A Fatal Fans chega ao Corinthians com essa consciência e com o compromisso de construir uma parceria à altura da grandeza do clube”, completa Kellerson Kurtz. 


Todas as ativações da Fatal Fans no Corinthians serão desenvolvidas dentro dos formatos definidos entre as partes, com foco no universo esportivo, na valorização das modalidades contempladas e na construção de uma relação positiva com atletas, torcedores e comunidades ligadas ao Timão. 


A Fatal Fans é uma plataforma de assinatura de conteúdo exclusivo que permite a criadores de conteúdo e influenciadores monetizarem fotos, vídeos e interações diretamente com seus fãs. Lançada em janeiro de 2026, a plataforma já reúne mais de 25 mil criadores, 300 mil fãs e 200 mil conteúdos publicados, destacando-se por integrar descoberta de audiência, relacionamento e monetização em um único ambiente, além de oferecer uma das menores taxas do mercado para seus parceiros. 


Com o novo acordo, a Fatal Fans consolida sua presença no esporte nacional e dá mais um passo em sua estratégia de expansão, aproximando tecnologia, economia criativa, entretenimento digital e futebol.

Sobre a Fatal Model Group

A Fatal Model é a maior plataforma de anúncios para acompanhantes do Brasil. Desde 2016, tem como missão tornar o mercado mais seguro, saudável e rentável, promovendo o combate à discriminação e apoiando a rotina dos profissionais da área. Por meio da tecnologia, a empresa busca organizar e dignificar o setor, priorizando sempre a segurança e o bem-estar de anunciantes e consumidores.


Atualmente, a Fatal Model conta com mais de 23 milhões de usuários e 54 milhões de visitas mensais, além de uma equipe com mais de 300 colaboradores dedicados a aprimorar constantemente o ambiente da plataforma. São mais de 75 mil anunciantes ativos, e o site figura entre os 35 mais acessados do país, somando cerca de 2 bilhões de visualizações por mês.

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