domingo, 9 de agosto de 2026

Casa Rede Ronaldo encerra Copa do Mundo com mais de 110 mil visitantes em Miami

Produção de conteúdo nas redes sociais ultrapassou a marca de 1 bilhão de alcance


Durante os 39 dias da Copa do Mundo da FIFA nos Estados Unidos, a Rede Ronaldo ocupou o bairro de Wynwood, em Miami, com um espaço dedicado a torcedores e apaixonados por futebol. De 11 de junho a 19 de julho, das 13h às 22h, o local reuniu diariamente nomes do esporte, da moda, da música e da produção de conteúdo digital.Ao longo do período, a Casa Rede Ronaldo recebeu mais de 110 mil visitantes presenciais e, nas redes sociais, ultrapassou a marca de 1.2 bilhão de pessoas alcançadas. Somando o conteúdo produzido dentro do espaço por convidados, influenciadores e parceiros, estima-se que o impacto total tenha chegado a 2 bilhões de pessoas ao redor do mundo.


"Nunca vi nada igual: o mundo inteiro reunido em um único lugar. A nossa casa virou a casa de todos os países", afirma Douglas Buiu, CEO da Rede Ronaldo.


Para Ronald Nazário, presidente da Rede Ronaldo e filho de Ronaldo Fenômeno, o projeto é também uma homenagem: "Meu pai é o mundo, então o mundo foi muito bem recebido aqui."


Durante toda a Copa, a programação da Casa incluiu a transmissão dos jogos em telões de última geração; shows de artistas brasileiros e internacionais; exposições de arte e ativações culturais;ativações de marcas e uma mostra especial contando a história de Ronaldo Fenômeno - com troféus, medalhas, camisas icônicas e a Bola de Ouro conquistados ao longo de sua carreira.


Com a Copa do Mundo chegando ao fim nesta data, a Rede Ronaldo encerra o projeto reforçando sua presença como ponto de encontro de torcedores e criadores de conteúdo durante o Mundial.


Patrocinadora master do projeto, a bra.bet.br deu nome a um espaço exclusivo dentro da Casa Rede Ronaldo, voltado para receber convidados, influenciadores e torcedores. A marca também promoveu ações promocionais e competições com distribuição de prêmios, integradas à programação oficial do espaço, e a produção de conteúdo diretamente de Miami.


Além da bra.bet.br, a Casa Rede Ronaldo contou com o apoio de marcas como Recoma, Dom Tapparo, Cabare, VB Tecnologia, Florida Rental Car, Agência EA, Panini, Miami Dolphins, Fogo de Chão, Crowdshow, Espn, Disney+ e várias outras.

sábado, 8 de agosto de 2026

Como fica a mente de um atleta após a frustração de perder uma Copa do Mundo?

 Psicóloga explica que momentos de decepção podem trazer sequelas se não tratados da maneira correta


                  

Créditos: Odd Andersen / AFP


Derrotada na grande decisão da Copa do Mundo diante da Espanha, a Argentina tenta se reerguer após ter o sonho do bicampeonato mundial consecutivo interrompido. E agora, como ficam as mentes de Lionel Messi e dos companheiros após  essa frustração? A psicóloga esportiva do Inter de Minas, Priscila Mendes,  explica o que se passa na cabeça do ser humano após momentos como esse e revela quais cuidados se deve ter para evitar sequelas a longo prazo.


Passar por grandes decepções como essa marcam negativamente a carreira de qualquer jogador. Enquanto o brasileiro Bruno Guimarães, que desperdiçou um pênalti no revés contra a Noruega, definiu o confronto como a “pior dor de toda a sua vida”, o argentino Messi, em sua última Copa do Mundo, garante que perder a decisão é “uma ferida que vai demorar para cicatrizar”.


É fato que grande parte do grupo albiceleste esteve presente na conquista do Mundial de 2022 no Catar. No entanto, nove desses jogadores sonhavam em levantar pela primeira vez a tão sonhada taça de campeão de uma Copa do Mundo, entre eles o palmeirense Flaco Lopez. Para os brasileiros o incômodo é ainda maior: já são 24 anos sem conquista e, até à Copa de 2030, nada vai mudar.


“A frustração é uma resposta emocional natural que surge quando o caminho de um indivíduo em direção a um objetivo é bloqueado ou interrompido. No contexto esportivo de alto rendimento, essa emoção pode desencadear o que chamamos na psicologia de cadeia emocional negativa. Nesses casos, a frustração é profunda porque o objetivo não foi apenas adiado, ele foi completamente retirado das mãos do atleta no momento de maior proximidade. A dor emocional é agravada pela exposição pública: o atleta não sofre apenas a sua dor pessoal, mas lida com o escrutínio da mídia, das redes sociais e a sensação de ter ‘decepcionado’ familiares e torcedores”, analisa Priscila Mendes, psicóloga esportiva do Inter de Minas, clube que é parceiro oficial do Flamengo na formação atletas em Minas Gerais.


Com o fim do Mundial, o calendário do futebol retorna a sua programação normal. Enquanto no Brasil temos a retomada dos campeonatos que estão em andamento, na Europa, os clubes iniciam uma nova temporada. E o maior desafio para esses jogadores que saíram derrotados, e principalmente para os seus clubes, é o de saber como eles irão reagir a essa frustração na sequência do ano.


“O impacto de uma frustração severa no seguimento da carreira pode ser devastador se não houver um trabalho de ressignificação. Quando o atleta entra em um estado de desesperança, ele perde a motivação intrínseca, que é o combustível para suportar a rotina exaustiva de treinos, viagens e concentrações. Muitos jogadores, após um grande trauma esportivo, desenvolvem a ‘síndrome de burnout esportivo’ ou passam a atuar no modo de sobrevivência, jogando muito abaixo do seu potencial. Eles criam mecanismos de defesa inconscientes, evitando se entregar 100% aos novos projetos pelo medo paralisante de sofrer uma nova decepção daquela magnitude. A carreira pode entrar em um declínio técnico e físico, marcado por lesões recorrentes (muitas vezes de fundo psicossomático), trocas constantes de clubes e dificuldade de adaptação. A frustração crônica corrói a resiliência, fazendo com que o atleta desista diante de obstáculos menores que, no passado, ele superaria com facilidade”, garante a psicóloga.

O retorno de um atleta após uma derrota dolorosa como o vice-campeonato de uma Copa do Mundo ou de uma eliminação inesperada mexe profundamente com um vestiário de futebol. Por mais que o elenco tente manter a normalidade, o peso da frustração e do luto desportivo do companheiro cria um ambiente delicado. 

Superar esse problema e retomar o mais alto nível de confiança não é fácil. No entanto, existem alguns fatores que podem contribuir na retomada desse estado de espírito. A psicóloga do Inter de Minas Priscila Mendes dá algumas dicas a esses atletas de como vencer essa frustração:


  • Acolhimento e validação: O primeiro passo não é forçar o otimismo, mas validar a dor. O atleta precisa de um espaço seguro (longe das redes sociais e da imprensa) para expressar sua tristeza, raiva e decepção sem julgamentos.

  • Distanciamento estratégico: Imediatamente após o trauma, é vital que o atleta dê um passo atrás. Uma pausa para estar com a família, reconectar-se com sua rede de apoio primária e afastar-se do ambiente do futebol ajuda a quebrar a cadeia emocional negativa.


  • Ressignificação: Com o tempo, é importante que o atleta olhe para a situação não como o fim da linha, mas como parte de sua narrativa de vida. É preciso separar a identidade do indivíduo da sua performance ou status no futebol. Ele é mais do que um “jogador de Copa do Mundo”.


  • Redefinição de metas (curto prazo): Não deve-se focar no próximo ciclo de quatro anos imediatamente. E sim estabelecer metas pequenas, diárias e alcançáveis no retorno ao clube. O foco volta para o processo: fazer um bom treino hoje, recuperar a alegria de tocar na bola e ajudar um companheiro mais jovem.


  • Acompanhamento contínuo: A saúde mental deve ser tratada como a saúde física. O acompanhamento psicológico não deve ocorrer apenas na crise, mas fazer parte da rotina de manutenção do bem-estar do atleta, fornecendo ferramentas para lidar com a pressão, as críticas e as expectativas futuras. 






Vasco poderá receber premiação milionária da Nike; veja valores https://www.terra.com.br/esportes/vasco/vasco-podera-receber-premiacao-milionaria-da-nike-veja-valores,56077d887d31d553ce2e26886950ab2csqbeyo2d.html?utm_source=clipboard

 O Vasco da Gama fechou um novo contrato para o fornecimento de seu material esportivo com a Nike em maio de 2025. O vínculo comercial entrou em vigor a partir da temporada de 2026 e possui duração garantida até o fim de 2032.


Vasco assina com a Nike

Foto: Divulgação/Vasco / Gávea News

Segundo detalhes do documento revelados pelo portal 'GE', o acordo não estipula o pagamento de um valor fixo anual ao clube. Essa é uma prática incomum no mercado atual. Assim, a remuneração vascaína dependerá de duas frentes: royalties sobre as vendas e bônus por desempenho esportivo.

O repasse dos royalties funcionará a partir de uma tabela progressiva, baseada na quantidade de produtos licenciados vendidos anualmente. O clube receberá 12% se vender até 200 mil peças. A taxa sobe para 15% entre 200.001 e 500 mil unidades, atingindo 18% para vendas acima de 500 mil itens.


A premiação estipulada para os títulos do futebol masculino profissional obedece aos seguintes valores: Mundial de Clubes (R$ 1,5 milhão), Copa Intercontinental (R$ 650 mil), Libertadores (R$ 600 mil), Campeonato Brasileiro (R$ 400 mil), Copa do Brasil (R$ 325 mil), Sul-Americana (R$ 275 mil), Campeonato Carioca (R$ 100 mil), Recopa (R$ 50 mil) e Supercopa (R$ 50 mil).


Para o departamento de futebol feminino, o contrato prevê somente uma bonificação financeira atrelada a troféus. A equipe receberá R$ 50 mil em caso de título da primeira divisão do Campeonato Carioca. Questionada oficialmente sobre as cláusulas e valores do compromisso, a diretoria do clube preferiu não se manifestar.


A definição pela fornecedora norte-americana gerou divergências internas na cúpula do time. Uma ala da gestão defendeu a parceria devido ao posicionamento de mercado e peso global da marca. Outra parte dos dirigentes preferia o acerto com a Puma, pois a oferta financeira era considerada superior.


Fonte: https://www.terra.com.br


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